Essa eu trouxe do Bibliaworld.
CRENTE SOFRE?
Como cristãos que somos, essa pergunta merece uma resposta bíblica. Portanto, não adianta "romantizar" a realidade e procurar uma resposta conveniente. O crente bem fundamentado não nega a realidade, mas a interpreta dentro de uma visão bíblica e espiritual. A bíblia nunca pretendeu mascarar a dor dos seus profetas, discípulos e apóstolos. Pelo contrário, mostra esse "sofrer" mas mostra também Aquele que sempre está ao lado do que sofre.
Jesus foi muito claro a respeito do sofrimento, e disse: "No mundo tereis aflições..." (Jo 16.33). Ou seja, a existência cotidiana está indelevelmente marcada pela dor. Paulo também admite o sofrimento, sem supervalorizá-lo, ao fazer uma comparação da glória futura com as "aflições do tempo presente" (Rm 8.18).
Normalmente relacionamos sofrimento com algum tipo de "pecado oculto" ou "falta de fé". Às vezes até culpamos as pessoas de estarem vivendo uma vida de aparente derrota, dizendo-lhes que "não têm fé". Nem sempre isso é verdade. Um dos capítulos da Bíblia mais lembrado quando se fala em "fé", sem dúvida alguma é o de Hebreus 11. Ali encontramos um resumo da vida vitoriosa de muitos servos de Deus e os seus feitos: Abraão, Gideão, Moisés, Jefté...
O curioso é que nunca ouvimos alguém exaltar aqueles heróis anônimos da fé mencionados ao final do capítulo. É como se aquele tipo de "vida" que eles tiveram não fosse a verdadeira vida cristã. Preferíamos constar o nosso nome na galeria da fé por derrotar a espada, o fogo, as potestades, a ira do inimigo, mas ter "aquela" vida relatada nos versículos finais, jamais. E o que está escrito lá, que tanto tememos e até negamos?
"outros, por sua vez, passaram pela prova de escárnios e açoites, sim, até de algemas, e prisões, foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos a fio de espada, necessitados, afligidos, maltratados" (Hb 11.36-37)
O que diriam hoje sobre esses homens os que prometem prosperidade e saúde a qualquer tempo? Certamente afirmariam que quem vive assim ou está em pecado, ou há uma maldição a ser quebrada, ou não tem fé!
Dou glória a Deus porque a vida desses homens está descrita no "capítulo da fé". É impossível dizer que eles não criam no Deus Todo Poderoso. É impossível dizer que viveram assim por causa do pecado em suas vidas. É impossível dizer que eles estavam debaixo de qualquer espécie de maldição. O texto é muito claro - a fé os levou ao desprezo que o mundo lhes dedicou, às necessidades, às aflições e maltratos.
O apóstolo Paulo, ao receber o espinho na carne, "mensageiro de Satanás para o esbofetear", não se deixou abater por aquele mal, mas o transformou em vitória. E ele também não saiu por aí, dizendo: "Tá amarrado, não aceito, etc. etc.". Pelo contrário, ele aprendeu pelo sofrer uma lição que todos nós precisamos conhecer - "a Tua Graça, Senhor, nos basta!".
Um argumento muito comum utilizado pelos pregadores da saúde plena a todo o tempo, é Isaías 53.4-5: "certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si... e pela suas pisaduras fomos sarados". Essa palavra profética sobre o Messias é verdadeira e já vige entre nós. Entretanto, é bom lembrar que a obra Redentora de Cristo ainda não cessou, e Paulo, em 1Co 15.26 diz que "o último inimigo a ser destruído é a morte".
O mundo em que vivemos não é um mundo perfeito, mas decaído, e todos nós sofremos as conseqüências dessa queda. Os hospitais recebem crentes acidentados, crianças, filhas de pais crentes, nascem com defeitos congênitos, homens e mulheres de Deus sofrem de doenças crônicas e agudas, e podem ou não receber a cura que vem de Deus.
A morte, a dor, a injustiça, a doença, a miséria, só terminarão no Céu, pois só ali completará a obra Redentora de Cristo Jesus. Então, Deus "lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras cousas passaram" (Ap 21.4). Ali, junto a Deus, pais não separarão mais de seus filhos, esposas não verão mais seus esposos partir, o corpo já não será mais corruptível, e a guerra e a fome não terão lugar.
Daniel Rocha, pastor da Igreja Metodista em Itaberaba, S.Paulo e Psicólogo
E-Mail: dadaro@uol.com.br
16.2.03
3.2.03
Sei que para além das nuvens
O sol não deixou de brilhar
Só porque a terra escureceu
Kléber Lucas
Eu e você já passamos por uma situação assim. Isto é, se não estivermos passando agora. O tempo está fechado. É impossível vermos o sol. A terra escureceu.
Como se densas nuvens nos cercassem e impedissem nossa visão. Não vemos muito além de nossos narizes. Por isso, nossos planos são vacilantes. Não vemos o caminho. Sentimo-nos perdidos.
Jó é melhor exemplo de alguém para quem o tempo fechou. No último capítulo de seu livro, lemos uma passagem muito conhecida:
Sei que podes fazer todas as coisas;
Nenhum dos teus planos pode ser frustrado.
...
Meus ouvidos já tinham ouvido a teu respeito,
Mas agora os meus olhos te viram.
Por isso menosprezo a mim mesmo
E me arrependo no pó e na cinza.
(42. 2 e 5-6)
Mas essa é a conclusão de uma história que começa com Satanás recebendo autorização de Deus para tentar Jó. Então o diabo tira-lhe os bens, a família, a saúde, esperando que Jó volte as costas a Deus.
No entanto, apesar de Jó demonstrar um grau de orgulho espiritual em todo o livro, a ponto de admitir no fim que seu grau de conhecimento do Senhor era insuficiente, ele permaneceu crendo que “além da nuvens, o sol não deixou de brilhar”. Por isso, podia estar certo que o seu Redentor vivia e que se levantaria na terra para livrá-lo.
Jó sofreu. E sofreu muito. Se sofremos, temos alguma noção do que isso signifique.
Quando Deus se revela a Jó, destroça todo o seu orgulho e o desnuda diante de Si. Jó afirma, surpreendentemente, que percebe, então, que sua dor fazia parte do projeto do Senhor em sua vida.
Eu já sofri, mas hoje não trocaria passo algum da minha dor por alguma forma que eu pudesse considerar liberdade, se isso comprometesse a formação do meu caráter.
O céu estava fechado. O sol, escondido. O caminho, escuro. O sofrimento, insuportável. Mas tudo isso era plano de Deus! “Nenhum dos teus planos pode ser frustrado”.
Deus está mais preocupado com sua pessoa do que com a sua satisfação. Se tiver que permitir a dor, Ele permitirá para fazer cumprir Seu projeto na sua vida.
Sei que na hora que dói, muito dificilmente poderemos entender isso. Mas procure exercitar a fé, crendo que além das nuvens ainda há um sol brilhando.
O sol não deixou de brilhar
Só porque a terra escureceu
Kléber Lucas
Eu e você já passamos por uma situação assim. Isto é, se não estivermos passando agora. O tempo está fechado. É impossível vermos o sol. A terra escureceu.
Como se densas nuvens nos cercassem e impedissem nossa visão. Não vemos muito além de nossos narizes. Por isso, nossos planos são vacilantes. Não vemos o caminho. Sentimo-nos perdidos.
Jó é melhor exemplo de alguém para quem o tempo fechou. No último capítulo de seu livro, lemos uma passagem muito conhecida:
Sei que podes fazer todas as coisas;
Nenhum dos teus planos pode ser frustrado.
...
Meus ouvidos já tinham ouvido a teu respeito,
Mas agora os meus olhos te viram.
Por isso menosprezo a mim mesmo
E me arrependo no pó e na cinza.
(42. 2 e 5-6)
Mas essa é a conclusão de uma história que começa com Satanás recebendo autorização de Deus para tentar Jó. Então o diabo tira-lhe os bens, a família, a saúde, esperando que Jó volte as costas a Deus.
No entanto, apesar de Jó demonstrar um grau de orgulho espiritual em todo o livro, a ponto de admitir no fim que seu grau de conhecimento do Senhor era insuficiente, ele permaneceu crendo que “além da nuvens, o sol não deixou de brilhar”. Por isso, podia estar certo que o seu Redentor vivia e que se levantaria na terra para livrá-lo.
Jó sofreu. E sofreu muito. Se sofremos, temos alguma noção do que isso signifique.
Quando Deus se revela a Jó, destroça todo o seu orgulho e o desnuda diante de Si. Jó afirma, surpreendentemente, que percebe, então, que sua dor fazia parte do projeto do Senhor em sua vida.
Eu já sofri, mas hoje não trocaria passo algum da minha dor por alguma forma que eu pudesse considerar liberdade, se isso comprometesse a formação do meu caráter.
O céu estava fechado. O sol, escondido. O caminho, escuro. O sofrimento, insuportável. Mas tudo isso era plano de Deus! “Nenhum dos teus planos pode ser frustrado”.
Deus está mais preocupado com sua pessoa do que com a sua satisfação. Se tiver que permitir a dor, Ele permitirá para fazer cumprir Seu projeto na sua vida.
Sei que na hora que dói, muito dificilmente poderemos entender isso. Mas procure exercitar a fé, crendo que além das nuvens ainda há um sol brilhando.
2.2.03
Este texto está no libro "Mananciais no Deserto":
“Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós” (Rm. 8. 18)
Há um fato curioso a respeito da mariposa imperial: ela sai do casulo por uma abertura que nos parece pequena demais para o seu corpo. E, interessante, não deixa vestígio de sua passagem: um casulo vazio é tão perfeito quanto um casulo ocupado. Vim a saber que, segundo se supõe, a exígua abertura desse casulo é uma provisão da natureza para forçar a circulação dos humores nas asas da mariposa, asas que ao tempo da eclosão são menores que as dos outros insetos congêneres.
Certa vez guardei por um bom tempo um desses casulos, que têm interessante forma cilíndrica. Estava ocupado. Eu anelava por ver chegar o dia da saída do inseto. Finalmente o dia esperado chegou: e lá fiquei eu uma manhã inteira, interrompendo a todo momento o meu serviço, para observar a trabalhosa saída da mariposa.
Mas, no meu entender, aquela saída estava trabalhosa demais! Pensei que talvez fosse por ter o casulo ficado tanto tempo fora de seu habitat, quem sabe se em condições desfavoráveis. Podia ser que suas fibras se tivessem ressecado ou enrijecido. E agora o pobre inseto não teria condições de sair dali.
Depois de muito pensar, arvorando-me em mais sábio e compassivo que seu Criador, resolvi dar-lhe uma pequena ajuda. Tomei uma tesoura e dei um pique no fiozinho que lhe embaraçava a saída. Pronto! Sem mais dificuldade, lá saiu a minha mariposa, arrastando um corpo intumescido. Fiquei atento e curioso para ver a expansão de suas asas encolhidas, o que é um espetáculo admirável aos olhos do observador. Olhava curiosamente aqueles minúsculos pontos coloridos ansioso por vê-los dilatarem-se, formando os desenhos que fazem da mariposa imperial a mais bela de sua espécie. Mas, nada ... E o fenômeno nunca se deu!
Em minha presa de ver o inseto em liberdade, eu havia, sem o saber, impedido que se completasse o laborioso processo que estimularia a circulação nos minúsculos vasos de suas asas! E a minha mariposa, criada para voar livremente pelos ares, atravessou sua curta existência arrastando um corpo disforme, com asas atrofiadas.
Muitas e muitas vezes tenho me lembrado dessa mariposa quando observo, com olhos compassivos, pessoas que se estão debatendo em meio a sofrimento, angústias e dores. Eu de bom grado lhes cortaria a disciplina e daria liberdade. Homem sem visão! Qual dessas dores poderia sem dano ser poupada? A perfeita visão, o perfeito amor, que deseja a perfeição de seu objeto, não recua por uma fraqueza sentimental diante do sofrimento presente e transitório. O amor de nosso Pai é muito verdadeiro para fraquejar. Porque ele ama a seus filhos, ele os corrige, a fim de fazê-los participantes da sua santidade. Com esse glorioso fim em vista, ele não nos poupa o pranto. Aperfeiçoados através do sofrimento, como seu Irmão mais velho, os filhos de Deus são exercitados na obediência e trazidos à glória, através de muita tribulação.
“Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós” (Rm. 8. 18)
Há um fato curioso a respeito da mariposa imperial: ela sai do casulo por uma abertura que nos parece pequena demais para o seu corpo. E, interessante, não deixa vestígio de sua passagem: um casulo vazio é tão perfeito quanto um casulo ocupado. Vim a saber que, segundo se supõe, a exígua abertura desse casulo é uma provisão da natureza para forçar a circulação dos humores nas asas da mariposa, asas que ao tempo da eclosão são menores que as dos outros insetos congêneres.
Certa vez guardei por um bom tempo um desses casulos, que têm interessante forma cilíndrica. Estava ocupado. Eu anelava por ver chegar o dia da saída do inseto. Finalmente o dia esperado chegou: e lá fiquei eu uma manhã inteira, interrompendo a todo momento o meu serviço, para observar a trabalhosa saída da mariposa.
Mas, no meu entender, aquela saída estava trabalhosa demais! Pensei que talvez fosse por ter o casulo ficado tanto tempo fora de seu habitat, quem sabe se em condições desfavoráveis. Podia ser que suas fibras se tivessem ressecado ou enrijecido. E agora o pobre inseto não teria condições de sair dali.
Depois de muito pensar, arvorando-me em mais sábio e compassivo que seu Criador, resolvi dar-lhe uma pequena ajuda. Tomei uma tesoura e dei um pique no fiozinho que lhe embaraçava a saída. Pronto! Sem mais dificuldade, lá saiu a minha mariposa, arrastando um corpo intumescido. Fiquei atento e curioso para ver a expansão de suas asas encolhidas, o que é um espetáculo admirável aos olhos do observador. Olhava curiosamente aqueles minúsculos pontos coloridos ansioso por vê-los dilatarem-se, formando os desenhos que fazem da mariposa imperial a mais bela de sua espécie. Mas, nada ... E o fenômeno nunca se deu!
Em minha presa de ver o inseto em liberdade, eu havia, sem o saber, impedido que se completasse o laborioso processo que estimularia a circulação nos minúsculos vasos de suas asas! E a minha mariposa, criada para voar livremente pelos ares, atravessou sua curta existência arrastando um corpo disforme, com asas atrofiadas.
Muitas e muitas vezes tenho me lembrado dessa mariposa quando observo, com olhos compassivos, pessoas que se estão debatendo em meio a sofrimento, angústias e dores. Eu de bom grado lhes cortaria a disciplina e daria liberdade. Homem sem visão! Qual dessas dores poderia sem dano ser poupada? A perfeita visão, o perfeito amor, que deseja a perfeição de seu objeto, não recua por uma fraqueza sentimental diante do sofrimento presente e transitório. O amor de nosso Pai é muito verdadeiro para fraquejar. Porque ele ama a seus filhos, ele os corrige, a fim de fazê-los participantes da sua santidade. Com esse glorioso fim em vista, ele não nos poupa o pranto. Aperfeiçoados através do sofrimento, como seu Irmão mais velho, os filhos de Deus são exercitados na obediência e trazidos à glória, através de muita tribulação.
31.1.03
Esse texto me foi enviado pelo meu amigo Flávio Augusto:
FIDELIDADE DIVINA
Certa vez, um homem pediu a Deus uma flor e uma borboleta.
Deus, por sua vez, lhe deu um cacto e uma larva.
O homem ficou triste pois não entendeu o porque do seu pedido vir errado. Pensou que talvez o Senhor tivesse se enganado na hora da entrega dos pedidos. Também, com tanta gente para atender...
Resolveu não questionar. Passaram-se alguns dias e o homem foi verificar o pedido que deixara esquecido.
E... do espinhoso e feio cacto nasceu a mais bela das flores. A horrível larva transformou-se em uma belíssima borboleta.
A maneira de Deus é correta. O Seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar dando tudo errado.
Se você pediu a Deus uma coisa e recebeu outra, descanse no amor sem limites do Senhor e tenha certeza de que Ele sempre lhe dá o que você precisa no momento certo. Nem sempre o que vc precisa é o que você deseja, mas Deus nunca erra na entrega de seus pedidos. Creia nisso e siga sem murmurar ou duvidar.
O espinho de hoje será a flor de amanhã...
"Pelo que eu vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; pois todo o que pede, recebe; e quem busca acha; e ao que bate, abrir-se-lhe-á. E qual o pai dentre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente? Ou, se pedir um ovo, lhe dará um escorpião? Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem."
(Lucas 11:9-13)
FIDELIDADE DIVINA
Certa vez, um homem pediu a Deus uma flor e uma borboleta.
Deus, por sua vez, lhe deu um cacto e uma larva.
O homem ficou triste pois não entendeu o porque do seu pedido vir errado. Pensou que talvez o Senhor tivesse se enganado na hora da entrega dos pedidos. Também, com tanta gente para atender...
Resolveu não questionar. Passaram-se alguns dias e o homem foi verificar o pedido que deixara esquecido.
E... do espinhoso e feio cacto nasceu a mais bela das flores. A horrível larva transformou-se em uma belíssima borboleta.
A maneira de Deus é correta. O Seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar dando tudo errado.
Se você pediu a Deus uma coisa e recebeu outra, descanse no amor sem limites do Senhor e tenha certeza de que Ele sempre lhe dá o que você precisa no momento certo. Nem sempre o que vc precisa é o que você deseja, mas Deus nunca erra na entrega de seus pedidos. Creia nisso e siga sem murmurar ou duvidar.
O espinho de hoje será a flor de amanhã...
"Pelo que eu vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; pois todo o que pede, recebe; e quem busca acha; e ao que bate, abrir-se-lhe-á. E qual o pai dentre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente? Ou, se pedir um ovo, lhe dará um escorpião? Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem."
(Lucas 11:9-13)
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