Mais um texto que me foi enviado por Raquel Nocrato:
Os sonhos de Deus
Você pode estar se perguntando: “Mas, como saber qual é o sonho de Deus para mim? Como saber qual é a vontade de Deus para a minha vida? Como saber se os meus sonhos são de Deus ou são só meus?” Talvez você esteja agora totalmente frustrado, ferido, sem sonhos. Mas eu quero convidar você a receber de Deus a cura e a restauração dos sonhos do seu coração. Ele é poderoso para ressuscitar os sonhos que morreram na sua vida.
Antes de você nascer, Deus sonhou com a sua vida; ele mesmo lhe formou com um propósito e uma missão (Salmo 139.13-18). A Bíblia afirma, em Filipenses 2.13 que o querer, o sonhar, vem de Deus e é ele mesmo quem realiza, quem concretiza estes sonhos. Desde a sua infância, mesmo antes de você conhecer Jesus, Deus estava semeando os sonhos dele para sua vida. Ele os estava plantando dentro do seu coração. E ao longo dos anos, na medida em que você foi crescendo, estes sonhos também foram crescendo.
Você brincava de boneca ou de carrinho, e sonhava em se casar, ter filhos. Eu mesma, desde criança, brincava de desenhar o meu vestido de noiva. Talvez você goste de computadores, de vídeo games, e desde cedo sonha em trabalhar com isso. Ou, quem sabe, você admira o seu pastor e pensa: “Quando crescer eu vou ser um pastor assim.” Talvez assistia a programas na TV que mostravam imagens de outros países, de pessoas de diferentes, culturas, e isso lhe atrai. São sementes dos sonhos de Deus em seu coração. Se você tem um compromisso com Deus, ele vai compartilhar muito mais sonhos para você.
Infelizmente, porém, a Bíblia diz que o diabo veio para matar, roubar e destruir. Ele é inimigo de Deus, e assim, inimigo dos sonhos de Deus. Portanto, ele é nosso inimigo e adversário dos sonhos de Deus para nós. A Bíblia também diz que a nossa luta não é contra carne ou sangue, mas contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Mas como é que ele age para matar, para assassinar os nossos sonhos? Será que ele aparece “de chifre” para nos assustar e frustrar nossas esperanças?
Certamente não. Ele usa a boca das pessoas que estão perto de nós. Ele usa olhares. Ele usa as pessoas que mais amamos e admiramos para nos ferir e desencorajar. Meu pai sempre me disse que as pessoas que mais nos ferem são aquelas que mais amamos, porque elas estão perto de nós. Se alguém que eu nem conheço direito fala algo contra mim, não me importo. Mas se alguém da minha casa ou do meu ministério fala contra mim, isso dói, isso desencoraja.
Jesus também passou por isso. Ele veio ao mundo com uma missão. Ele tinha um grande sonho, que era reconciliar o ser humano com o Pai. Ele veio para morrer na cruz em nosso lugar e ressuscitar, vencendo tudo por nós. Ele sabia que ia para Jerusalém para ser crucificado. Em Marcos 8.31-33 vemos Pedro chamando Jesus à parte para tentar convencê-lo de não ir a Jerusalém. E a resposta de Jesus ao seu discípulo foi: “Arreda, satanás, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens!” Quando entendemos que é o diabo quem usa a boca das pessoas para nos ferir e matar nossos sonhos, fica mais fácil perdoar essas pessoas. Você precisa perdoar as pessoas que foram instrumento de Satanás para te ferir e frustrar.
24.1.04
8.12.03
O texto abaixo me foi enviado por minha amiga Lívia:
O cristão é cheio de contradições
O cristão crê que morreu em Cristo, porém está mais vivo que antes e alimenta a esperança de viver plenamente para sempre. Caminha na terra enquanto assentado no céu e, conquanto nascido na terra, vê que, depois da sua conversão, não se sente em casa aqui. Como o falcão da noite, que nos ares é a essência da graça e da beleza, mas no chão é desajeitado e feio, vê-se o cristão em sua melhor forma nos lugares celestiais, mas não se adapta bem aos modos da própria sociedade em que nasceu.
O cristão logo vem a compreender que, para ser vitorioso como filho do céu entre os homens da terra, terá que seguir, não o padrão comum da humanidade, mas o contrário. Para ter segurança, arrisca-se; perde a vida para salvá-la, e corre o perigo de perdê-la, se procura preservá-la. Desce para subir. Se se recusa e descer, já está embaixo, mas quando começa a descer, está subindo.
É mais forte quando está mais fraco, e mais fraco quando está mais forte. Embora pobre, tem o poder de enriquecer a outros, mas quando fica rico, desaparece a sua capacidade de enriquecer a outros. Possui mais quando distribui mais, e possui menos quando mais podde retém.
Ele pode ser superior, e muitas vezes o é, quando se sente inferior, e mais sem pecado quando tem maior consciência de pecado. É mais sábio quando sabe que não sabe, e sabe menos quando adquire a maior soma de conhecimento. Às vezes faz mais, nada fazendo, e vai mais longe quando fica parado. Na prostração ele consegue manobrar para regozijar-se, e mantém alegre o coração mesmo na tristeza.
Ele crê que já está salvo e, no entanto, espera ser salvo mais tarde e aguarda ansiosa e jubilosamente a salvação futura. Teme a Deus, mas não tem medo dEle. Sente-se dominado e nulo na presença de Deus e, contudo, não prefere nenhum outro lugar a estar em Sua presença. Sabe que já foi purificado se seu pecado e, todavia, está penosamente ciente de que em sua carne não habita bem algum.
Ama supremamente a Alguém que ele nunca viu e, apesar de pobre e de baixa condição, conversa familiarmente com Aquele que é Rei de todos os reis e Senhor de todos os senhores, e o faz consciente de que não há incongruência em agir assim. Está certo de que seus direitos são menos que nada, e, entretanto, crê sem nenhuma dúvida que ele é a menina dos olhos de Deus e que por ele o Filho Eterno fez-se carne e morreu na cruz da infâmia.
O cristão é cidadão do céu e admite que a sua lealdade prioritária é a essa cidadania; mas pode amar a sua pátria terrena com a intensidade e dedicação que levou John Knox a orar: "Ó Deus, dá-me a Escócia, ou morro".
Espera jubilosamente entrar logo no fulgente mundo além, mas não tem pressa de deixar este mundo e está plenamente disposto a aguardar a convocação do seu Pai Celeste. E não pode entender por que o incrédulo crítico deva condená-lo por isso; tudo lhe parece tão natural e certo, dentro das circustâncias, que ele não vê nisso nada de incoerente.
Além do mais, o cristão, que leva a sua cruz, é tanto um pessimista declarado como um otimista sem rival na terra.
Quando olha para a cruz é pessimista, pois sabe que o mesmo julgamento que caiu sobre o Senhor da glória condena, naquele ato, a natureza inteira e todo o mundo dos homens. Ele rejeita toda esperança humana fora de Cristo porque sabe que o mais nobre esforço do homem é apenas pó edificando sobre o pó.
Todavia, ele é serena e confiantemente otimista. Se a cruz condena o mundo, a ressureição de Cristo garante a vitória final do bem no universo todo. Através de Cristo, tudo estará bem no final, e o cristão aguarda a consumação.
A. W. Tozer
O cristão é cheio de contradições
O cristão crê que morreu em Cristo, porém está mais vivo que antes e alimenta a esperança de viver plenamente para sempre. Caminha na terra enquanto assentado no céu e, conquanto nascido na terra, vê que, depois da sua conversão, não se sente em casa aqui. Como o falcão da noite, que nos ares é a essência da graça e da beleza, mas no chão é desajeitado e feio, vê-se o cristão em sua melhor forma nos lugares celestiais, mas não se adapta bem aos modos da própria sociedade em que nasceu.
O cristão logo vem a compreender que, para ser vitorioso como filho do céu entre os homens da terra, terá que seguir, não o padrão comum da humanidade, mas o contrário. Para ter segurança, arrisca-se; perde a vida para salvá-la, e corre o perigo de perdê-la, se procura preservá-la. Desce para subir. Se se recusa e descer, já está embaixo, mas quando começa a descer, está subindo.
É mais forte quando está mais fraco, e mais fraco quando está mais forte. Embora pobre, tem o poder de enriquecer a outros, mas quando fica rico, desaparece a sua capacidade de enriquecer a outros. Possui mais quando distribui mais, e possui menos quando mais podde retém.
Ele pode ser superior, e muitas vezes o é, quando se sente inferior, e mais sem pecado quando tem maior consciência de pecado. É mais sábio quando sabe que não sabe, e sabe menos quando adquire a maior soma de conhecimento. Às vezes faz mais, nada fazendo, e vai mais longe quando fica parado. Na prostração ele consegue manobrar para regozijar-se, e mantém alegre o coração mesmo na tristeza.
Ele crê que já está salvo e, no entanto, espera ser salvo mais tarde e aguarda ansiosa e jubilosamente a salvação futura. Teme a Deus, mas não tem medo dEle. Sente-se dominado e nulo na presença de Deus e, contudo, não prefere nenhum outro lugar a estar em Sua presença. Sabe que já foi purificado se seu pecado e, todavia, está penosamente ciente de que em sua carne não habita bem algum.
Ama supremamente a Alguém que ele nunca viu e, apesar de pobre e de baixa condição, conversa familiarmente com Aquele que é Rei de todos os reis e Senhor de todos os senhores, e o faz consciente de que não há incongruência em agir assim. Está certo de que seus direitos são menos que nada, e, entretanto, crê sem nenhuma dúvida que ele é a menina dos olhos de Deus e que por ele o Filho Eterno fez-se carne e morreu na cruz da infâmia.
O cristão é cidadão do céu e admite que a sua lealdade prioritária é a essa cidadania; mas pode amar a sua pátria terrena com a intensidade e dedicação que levou John Knox a orar: "Ó Deus, dá-me a Escócia, ou morro".
Espera jubilosamente entrar logo no fulgente mundo além, mas não tem pressa de deixar este mundo e está plenamente disposto a aguardar a convocação do seu Pai Celeste. E não pode entender por que o incrédulo crítico deva condená-lo por isso; tudo lhe parece tão natural e certo, dentro das circustâncias, que ele não vê nisso nada de incoerente.
Além do mais, o cristão, que leva a sua cruz, é tanto um pessimista declarado como um otimista sem rival na terra.
Quando olha para a cruz é pessimista, pois sabe que o mesmo julgamento que caiu sobre o Senhor da glória condena, naquele ato, a natureza inteira e todo o mundo dos homens. Ele rejeita toda esperança humana fora de Cristo porque sabe que o mais nobre esforço do homem é apenas pó edificando sobre o pó.
Todavia, ele é serena e confiantemente otimista. Se a cruz condena o mundo, a ressureição de Cristo garante a vitória final do bem no universo todo. Através de Cristo, tudo estará bem no final, e o cristão aguarda a consumação.
A. W. Tozer
27.11.03
Sinais e Maravilhas
Apascentava Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote de Midiã; e, levando o rebanho para o lado ocidental do deserto, chegou ao monte de Deus, a Horebe. Apareceu-lhe o Anjo do Senhor numa chama de fogo, no meio de uma sarça; Moisés olhou, e eis que a sarça ardia no fogo e a sarça não se consumia. Então, disse consigo mesmo: Irei para lá e verei essa grande maravilha; por que a sarça não se queima? Vendo o Senhor que ele se voltava para ver, Deus, do meio da sarça, o chamou e disse: Moisés! Moisés! Ele respondeu: Eis-me aqui! Deus continuou: Não te chegues para cá; tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa. Disse mais: Eu sou o Deus de teu pai, Deus de Abraão, o Deus de Isaque e os Deus de Jacó. Moisés escondeu o rosto, porque temeu olhar para Deus.
(Êxodo 3. 1-6).
Introdução.
Se nós temos algumas chance de conhecermos a Deus é devido à Sua extrema solicitude e graça para conosco.
Mesmo sendo o Alto e o Sublime, o Eterno, Ele desce até o homem por amor, se revela a ele e o livra.
Dessa forma, para se fazer conhecido, o Senhor faz uso de sinais, instrumentos usados em nosso socorro. Isso porque o nosso conhecimento de Deus não pode ser imediato. Lembra que no capítulo 33 de Êxodo Moisés pede ao Senhor que lhe permita ver a Sua glória: Rogo-te que me mostres a tua glória (33. 18). Deus então lhe diz que fará passar a Sua bondade por Moisés e lhe proclamará o Seu nome, mas completa: Não me poderás ver a face, porquanto homem nenhum verá a minha face e viverá (20). Moisés, então, vê a Deus pelas costas! O conhecimento, a visão de Deus não pode ser imediata.
Isso nos leva a perguntar: O que são sinais? São isso mesmo: sinais que nos apontam Deus. São meios que Deus utiliza para se revelar.
Não podemos nos concentrar nos sinais sob pena de criarmos amuletos no lugar de crermos nAquele que é nosso Refúgio e Fortaleza; sob pena de crermos eu um ídolo em vez de crermos em Deus. Há um ditado que nos vale aqui: precisamos tomar cuidado para que as copas das árvores não nos impeçam de ver a beleza da floresta inteira. Para encontrarmos a Deus, precisamos olhar a realidade que cada evento, cada sinal manifesta e precisamos transcender até a visão de Deus. Aqui voltamos ao nosso texto. Moisés está apascentando o rebanho de seu sogro quando vê um espetáculo: uma sarça está envolta pelo fogo mas não se consome. Quando Moisés se aproxima, o Senhor lhe dirige a palavra e se apresenta como o Deus de Israel que desceu a fim de livrá-lo.
O versículo 3 nos diz: Então, disse consigo mesmo: Irei para lá e verei essa grande maravilha; por que a sarça não se queima?
Moisés foi tentado a se concentrar no sinal. Mas a voz do Senhor chamou sua atenção para o maravilhoso Deus que se revelava e a sarça cumpriu seu papel: ser sinal. Daí em diante, ela não será mais mencionada no texto. Deus tirou o foco de Moisés da maravilha da sarça e pôs sua atenção na maravilha exata: o Deus vivo que desce para livrar o Seu povo. Moisés é um exemplo de uma postura correta diante do sinal que revela Deus.
Mas a Bíblia tem exemplos negativos do trato do povo do Senhor com Seus sinais. Sobre três desses exemplos gostaria de falar agora.
1. O texto de 1 Samuel 4. 1-11 nos diz que por ocasião de uma batalha com os filisteus, os israelitas foram derrotados. Sem entender a causa do ocorrido, Israel decide trazer para o campo de batalha a arca do Senhor:
Voltando o povo ao arraial, disseram os anciãos de Israel: Por que nos feriu o Senhor, hoje, diante dos filisteus? Tragamos de Siló a arca da Aliança do Senhor, para que venha no meio de nós e nos livre das mãos de nossos inimigos (3).
Eles criam que a simples presença da arca lhes garantia a vitória. Vieram a arca e os dois filhos do sacerdote Eli, Hofni e Finéias. A princípio, os filisteus temeram: Os deuses vieram ao arraial. E diziam mais: Ai de nós! Que tal jamais sucedeu antes (7). Mas eles decidem se por lutar varonilmente. A conseqüência dessa batalha se descreve no fim do nosso texto: Então, pelejaram os filisteus; Israel foi derrotado, e cada um fugiu para a sua tenda; foi grande a derrota, pois foram mortos de Israel trinta mil homens de pé. Foi tomada a arca de Deus, e mortos os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias (10-11). O que era a arca? Era o instrumento, o testemunho da revelação de Deus.
Com o tempo, adquiriu o caráter de amuleto. Os israelitas passaram a acreditar que a simples presença da arca garantiria a presença de Deus e Sua bênção Esse tipo de atitude para com o sinal de Deus faz com que a religiosidade do povo se degenere em puro culto supersticioso.
2. Jeremias 7. 1-7 diz: Palavra que da parte do Senhor foi dita a Jeremias: Põe-te à porta da Casa do Senhor, e proclama ali esta palavra, e dize: Ouvi a palavra do Senhor, todos de Judá, vós, os que entrais por estas portas, para adorardes ao Senhor. Assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Emendai os vossos caminhos e as vossas obras, e eu vos farei habitar neste lugar.
Não confieis em palavras falsas, dizendo: Templo do Senhor, templo do Senhor, templo do Senhor é este. Mas, se deveras emendardes os vossos caminhos e as vossas obras, se deveras praticardes a justiça, cada um com o seu próximo; se não oprimirdes o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, nem derramardes sangue inocente neste lugar, nem andardes após outros deuses para o vosso próprio mal, eu vos farei habitar neste lugar, na terra que dei a vossos pais, desde os tempos antigos e para sempre.
O que era o templo? Era o local escolhido por Deus para se manifestar a Seu povo.
No entanto, não passava de um meio. O próprio Salomão, quando consagrou o templo, reconheceu que o Deus que criou o universo não poderia habitar em uma casa feita por homens. No tempo de Jeremias o templo tinha se tornado um meio de aplacar a consciência, em uma religiosidade sem conversão. Essa religiosidade sem conversão, nessa atitude errada diante do templo, era manifestação de um culto hipócrita.
3. Por fim, a história contada em Números 21. 4-9 é bastante conhecida. Devido ao pecado do povo, Deus enviou serpentes que começaram a ferir e matar Israel. Então, o Senhor disse a Moisés que construísse uma serpente de bronze; todo aquele que mordido por uma serpente, olhasse para aquela feita de bronze, seria curado, seria salvo.
A serpente de bronze era sinal da salvação de Deus. Quando Jesus fala a respeito de sua morte, ele a liga à serpente: E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna (João 3. 14-15). No entanto, a serpente, sinal da salvação de Deus, foi tornada em objeto de culto idólatra. Você pode ler em 2 Reis 18 sobre o rei Ezequias, que promoveu uma grande reforma religiosa e política em Judá. No versículo 4 está escrito que Ezequias: Removeu os altos, quebrou as colunas e deitou abaixo o poste-ídolo; e fez em pedaços a serpente de bronze que Moisés fizera, porque até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso e lhe chamavam Neustã.
Conclusão.
Quanto mais corrermos atrás dos sinais (e nos concentrarmos neles) por si mesmos, mais distantes vamos estar daquele que eles revelam e de quem são instrumentos: Jesus. Centralizar nossa fé nos sinais é uma tentativa nossa de controlar o Soberano Deus. Nossa idolatria é criar um Deus que funcione a nosso bel-prazer; um amuleto que garanta a bênção divina independente do culto verdadeiro.
Nos exemplos, Israel transformou os meios da revelação de Deus em amuletos, garantia da presença divina. O Senhor continua usando meios para se fazer conhecido a nós. Não se concentre nos sinais. Os sinais servem para nos apontar Deus, mas podem nos fazer cultivar uma vida religiosa sem conhecimento, um culto supersticioso. Podem nos fazer cultivar uma vida religiosa sem responsabilidade pessoal e compromisso, um culto hipócrita. Podem transformar o sinal ou meio em um deus manipulável, manifestação de um culto idolátra. Cuidado para que as copas das árvores (os sinais) não o impeçam de ver a beleza da floresta inteira (o Deus vivo).
Apascentava Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote de Midiã; e, levando o rebanho para o lado ocidental do deserto, chegou ao monte de Deus, a Horebe. Apareceu-lhe o Anjo do Senhor numa chama de fogo, no meio de uma sarça; Moisés olhou, e eis que a sarça ardia no fogo e a sarça não se consumia. Então, disse consigo mesmo: Irei para lá e verei essa grande maravilha; por que a sarça não se queima? Vendo o Senhor que ele se voltava para ver, Deus, do meio da sarça, o chamou e disse: Moisés! Moisés! Ele respondeu: Eis-me aqui! Deus continuou: Não te chegues para cá; tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa. Disse mais: Eu sou o Deus de teu pai, Deus de Abraão, o Deus de Isaque e os Deus de Jacó. Moisés escondeu o rosto, porque temeu olhar para Deus.
(Êxodo 3. 1-6).
Introdução.
Se nós temos algumas chance de conhecermos a Deus é devido à Sua extrema solicitude e graça para conosco.
Mesmo sendo o Alto e o Sublime, o Eterno, Ele desce até o homem por amor, se revela a ele e o livra.
Dessa forma, para se fazer conhecido, o Senhor faz uso de sinais, instrumentos usados em nosso socorro. Isso porque o nosso conhecimento de Deus não pode ser imediato. Lembra que no capítulo 33 de Êxodo Moisés pede ao Senhor que lhe permita ver a Sua glória: Rogo-te que me mostres a tua glória (33. 18). Deus então lhe diz que fará passar a Sua bondade por Moisés e lhe proclamará o Seu nome, mas completa: Não me poderás ver a face, porquanto homem nenhum verá a minha face e viverá (20). Moisés, então, vê a Deus pelas costas! O conhecimento, a visão de Deus não pode ser imediata.
Isso nos leva a perguntar: O que são sinais? São isso mesmo: sinais que nos apontam Deus. São meios que Deus utiliza para se revelar.
Não podemos nos concentrar nos sinais sob pena de criarmos amuletos no lugar de crermos nAquele que é nosso Refúgio e Fortaleza; sob pena de crermos eu um ídolo em vez de crermos em Deus. Há um ditado que nos vale aqui: precisamos tomar cuidado para que as copas das árvores não nos impeçam de ver a beleza da floresta inteira. Para encontrarmos a Deus, precisamos olhar a realidade que cada evento, cada sinal manifesta e precisamos transcender até a visão de Deus. Aqui voltamos ao nosso texto. Moisés está apascentando o rebanho de seu sogro quando vê um espetáculo: uma sarça está envolta pelo fogo mas não se consome. Quando Moisés se aproxima, o Senhor lhe dirige a palavra e se apresenta como o Deus de Israel que desceu a fim de livrá-lo.
O versículo 3 nos diz: Então, disse consigo mesmo: Irei para lá e verei essa grande maravilha; por que a sarça não se queima?
Moisés foi tentado a se concentrar no sinal. Mas a voz do Senhor chamou sua atenção para o maravilhoso Deus que se revelava e a sarça cumpriu seu papel: ser sinal. Daí em diante, ela não será mais mencionada no texto. Deus tirou o foco de Moisés da maravilha da sarça e pôs sua atenção na maravilha exata: o Deus vivo que desce para livrar o Seu povo. Moisés é um exemplo de uma postura correta diante do sinal que revela Deus.
Mas a Bíblia tem exemplos negativos do trato do povo do Senhor com Seus sinais. Sobre três desses exemplos gostaria de falar agora.
1. O texto de 1 Samuel 4. 1-11 nos diz que por ocasião de uma batalha com os filisteus, os israelitas foram derrotados. Sem entender a causa do ocorrido, Israel decide trazer para o campo de batalha a arca do Senhor:
Voltando o povo ao arraial, disseram os anciãos de Israel: Por que nos feriu o Senhor, hoje, diante dos filisteus? Tragamos de Siló a arca da Aliança do Senhor, para que venha no meio de nós e nos livre das mãos de nossos inimigos (3).
Eles criam que a simples presença da arca lhes garantia a vitória. Vieram a arca e os dois filhos do sacerdote Eli, Hofni e Finéias. A princípio, os filisteus temeram: Os deuses vieram ao arraial. E diziam mais: Ai de nós! Que tal jamais sucedeu antes (7). Mas eles decidem se por lutar varonilmente. A conseqüência dessa batalha se descreve no fim do nosso texto: Então, pelejaram os filisteus; Israel foi derrotado, e cada um fugiu para a sua tenda; foi grande a derrota, pois foram mortos de Israel trinta mil homens de pé. Foi tomada a arca de Deus, e mortos os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias (10-11). O que era a arca? Era o instrumento, o testemunho da revelação de Deus.
Com o tempo, adquiriu o caráter de amuleto. Os israelitas passaram a acreditar que a simples presença da arca garantiria a presença de Deus e Sua bênção Esse tipo de atitude para com o sinal de Deus faz com que a religiosidade do povo se degenere em puro culto supersticioso.
2. Jeremias 7. 1-7 diz: Palavra que da parte do Senhor foi dita a Jeremias: Põe-te à porta da Casa do Senhor, e proclama ali esta palavra, e dize: Ouvi a palavra do Senhor, todos de Judá, vós, os que entrais por estas portas, para adorardes ao Senhor. Assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Emendai os vossos caminhos e as vossas obras, e eu vos farei habitar neste lugar.
Não confieis em palavras falsas, dizendo: Templo do Senhor, templo do Senhor, templo do Senhor é este. Mas, se deveras emendardes os vossos caminhos e as vossas obras, se deveras praticardes a justiça, cada um com o seu próximo; se não oprimirdes o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, nem derramardes sangue inocente neste lugar, nem andardes após outros deuses para o vosso próprio mal, eu vos farei habitar neste lugar, na terra que dei a vossos pais, desde os tempos antigos e para sempre.
O que era o templo? Era o local escolhido por Deus para se manifestar a Seu povo.
No entanto, não passava de um meio. O próprio Salomão, quando consagrou o templo, reconheceu que o Deus que criou o universo não poderia habitar em uma casa feita por homens. No tempo de Jeremias o templo tinha se tornado um meio de aplacar a consciência, em uma religiosidade sem conversão. Essa religiosidade sem conversão, nessa atitude errada diante do templo, era manifestação de um culto hipócrita.
3. Por fim, a história contada em Números 21. 4-9 é bastante conhecida. Devido ao pecado do povo, Deus enviou serpentes que começaram a ferir e matar Israel. Então, o Senhor disse a Moisés que construísse uma serpente de bronze; todo aquele que mordido por uma serpente, olhasse para aquela feita de bronze, seria curado, seria salvo.
A serpente de bronze era sinal da salvação de Deus. Quando Jesus fala a respeito de sua morte, ele a liga à serpente: E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna (João 3. 14-15). No entanto, a serpente, sinal da salvação de Deus, foi tornada em objeto de culto idólatra. Você pode ler em 2 Reis 18 sobre o rei Ezequias, que promoveu uma grande reforma religiosa e política em Judá. No versículo 4 está escrito que Ezequias: Removeu os altos, quebrou as colunas e deitou abaixo o poste-ídolo; e fez em pedaços a serpente de bronze que Moisés fizera, porque até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso e lhe chamavam Neustã.
Conclusão.
Quanto mais corrermos atrás dos sinais (e nos concentrarmos neles) por si mesmos, mais distantes vamos estar daquele que eles revelam e de quem são instrumentos: Jesus. Centralizar nossa fé nos sinais é uma tentativa nossa de controlar o Soberano Deus. Nossa idolatria é criar um Deus que funcione a nosso bel-prazer; um amuleto que garanta a bênção divina independente do culto verdadeiro.
Nos exemplos, Israel transformou os meios da revelação de Deus em amuletos, garantia da presença divina. O Senhor continua usando meios para se fazer conhecido a nós. Não se concentre nos sinais. Os sinais servem para nos apontar Deus, mas podem nos fazer cultivar uma vida religiosa sem conhecimento, um culto supersticioso. Podem nos fazer cultivar uma vida religiosa sem responsabilidade pessoal e compromisso, um culto hipócrita. Podem transformar o sinal ou meio em um deus manipulável, manifestação de um culto idolátra. Cuidado para que as copas das árvores (os sinais) não o impeçam de ver a beleza da floresta inteira (o Deus vivo).
28.9.03
Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus. Falai ao coracao de Jerusalem, bradai-lhe que ja e vindo o tempo da sua milicia, que a sua iniquidade esta perdoada e que ja recebeu em dobro das mãos do Senhor por todos os seus pecados.
Isaias 40. 1-2
E indubitavel que vivemos em um tempo em que sofrimento e dor, mal e angústia estão presentes na ordem do dia. Seja aqui, seja no Oriente Médio. Mais ainda, seja na vida pessoal de cada um de nos.
Vivemos tempos em que a dor e nossa companheira diaria na caminhada. Compreendemos que ela pode ser um instrumento útil para o crescimento, para a maturidade. Mais nao e sobre isso que falamos.
Pensamos no sofrimento que o homem inflige ao outro homem ou a si mesmo. A dor da perda de um parente para a violência. O sofrimento decorrente de atitudes impensadas. A morte que traz o pecado a nossa vida.
Assim, entendemos ser essencial o nosso papel cristao nessa sociedade que sofre. Como igreja somos chamados a sermos arautos de uma boa nova, subirmos a montanha e gritarmos ao mundo: Cristo levou sobre si todo o sofrimento. Ele e Deus que compartilha conosco a nossa dor.
O cristao nessa sociedade necessita ser instrumento de paz e amor. Precisa dizer que é findo o tempo do remorso, da guerra. Precisa consolar o povo anunciado a paz com o Deus do universo. Precisa dizer que em Cristo o pecado está perdoado, o sofrimento que dele advem esta completo.
Nao podemos ter postura diferente. Nem apagar a torcida que fumega, nao pisar na cana quebrada. Nossa mensagem nao pode servir neste tempo para o aumento da dor e do sofrimento do que caminha sem Deus. Ao contrario, sem gritar, sem esbravejar, precisamos anunciar a eles que caminho tomarem, que darem para receber tal consolo.
Consolai, consolai.
Nao digo que nao doa mais, que nao havera mais sofrimento. Apenas, e isso e importante demais, que Cristo vai conosco. Que ele nos consola. Que ele partilha a nossa dor. E tenho certeza que e mais atravessar a tempestade dessa epoca nos bracos de Jesus.
Isaias 40. 1-2
E indubitavel que vivemos em um tempo em que sofrimento e dor, mal e angústia estão presentes na ordem do dia. Seja aqui, seja no Oriente Médio. Mais ainda, seja na vida pessoal de cada um de nos.
Vivemos tempos em que a dor e nossa companheira diaria na caminhada. Compreendemos que ela pode ser um instrumento útil para o crescimento, para a maturidade. Mais nao e sobre isso que falamos.
Pensamos no sofrimento que o homem inflige ao outro homem ou a si mesmo. A dor da perda de um parente para a violência. O sofrimento decorrente de atitudes impensadas. A morte que traz o pecado a nossa vida.
Assim, entendemos ser essencial o nosso papel cristao nessa sociedade que sofre. Como igreja somos chamados a sermos arautos de uma boa nova, subirmos a montanha e gritarmos ao mundo: Cristo levou sobre si todo o sofrimento. Ele e Deus que compartilha conosco a nossa dor.
O cristao nessa sociedade necessita ser instrumento de paz e amor. Precisa dizer que é findo o tempo do remorso, da guerra. Precisa consolar o povo anunciado a paz com o Deus do universo. Precisa dizer que em Cristo o pecado está perdoado, o sofrimento que dele advem esta completo.
Nao podemos ter postura diferente. Nem apagar a torcida que fumega, nao pisar na cana quebrada. Nossa mensagem nao pode servir neste tempo para o aumento da dor e do sofrimento do que caminha sem Deus. Ao contrario, sem gritar, sem esbravejar, precisamos anunciar a eles que caminho tomarem, que darem para receber tal consolo.
Consolai, consolai.
Nao digo que nao doa mais, que nao havera mais sofrimento. Apenas, e isso e importante demais, que Cristo vai conosco. Que ele nos consola. Que ele partilha a nossa dor. E tenho certeza que e mais atravessar a tempestade dessa epoca nos bracos de Jesus.
19.9.03
Enviado pela minha amiga Raquel Nocrato:
George Tomas, um pregador Inglês, apareceu um dia em
sua pregação carregando uma gaiola e a colocou no
balcão, e começou a falar:
- Estava andando pela rua ontem, e vi um menino
levando essa gaiola com 3 pequenos passarinhos dentro
com frio e com medo.
Eu perguntei:
- Menino o que você vai fazer com esses passarinhos ?
Ele respondeu:
- Levá-los para casa tirar as penas e queimá-los, vou
me divertir com eles.
- Quanto você quer por esses passarinhos menino ?
O menino respondeu:
- O senhor não vai quere-los, eles não servem para
nada, são f eios!
O pregador os comprou por 10 dólares! E os soltou em
uma árvore!
Um dia Jesus e Satanás estavam conversando e Jesus
perguntou a Satanás o que ele estava fazendo para as
pessoas aqui na terra.
Ele respondeu :
- Estou me divertindo com elas, ensino a fazer bombas
e a matar, a usar revolver, a odiar umas a outras, a
casar e a divorciar, ensino a abusar de criancinhas,
ensino a jovens usar drogas , a beber e fazer tudo o
que não se deve!
Estou me divertindo muito com eles!
Jesus perguntou:
- E depois o que você vai fazer com eles?
- Vou matá-los e acabar com eles!
Jesus perguntou:
- quanto você quer por eles?
Satanás respondeu:
- Você não vai querer essas pessoas, elas são
traiçoeiras, mentirosas, falsas, egoístas e avarentas!
Elas não vão te amar de verdade, vão bater e cuspir no
teu rosto, vão te desprezar e nem vão levar em
consideração o que você fizer!
- Quanto você quer por elas Satanás!?
- Quero toda a tua lágrima e todo o teu sangue!
- Trato feito!
E... Jesus pagou o preço da nossa liberdade! Como nos
esquecemos de Jesus!
Acreditamos em tudo o que nos ensina, mas sempre
questionamos as coisas que vem de Deus! Todos querem
um dia estar com Deus, mas não querem conhece-lo! E
ama-lo!
Muitos dizem: Eu acredito em Deus, (Satanás também!)
mas não fazem nada por Ele!
As pessoas mandam piadas por e-mail e umas passam
para as outras em uma velocidade luz!
Mas quando a mensagem é sobre Deus, as pessoas pensam
duas vezes antes de compartil har com as outras.
Dizem a todo momento, a qual clube pertence, mas
pensam duas vezes antes de dizerem: SOU DE CRISTO E
AMO A DEUS!
Tentam ser invisíveis, quando se trata de Jesus
Cristo! Por quê?
Será que quando você terminar de ler essa mensagem,
você mandará para alguém ou você não esta seguro do
que as pessoas pensarão sobre você se você enviar !
Falar sobre Jesus Cristo não é um assunto que as
pessoas querem ouvir!
Somente querem a Jesus quando estão em grandes apuros!
Quem passará essa mensagem ?
Deus perguntou: A quem enviarei?
Envia-me a mim SENHOR.
George Tomas, um pregador Inglês, apareceu um dia em
sua pregação carregando uma gaiola e a colocou no
balcão, e começou a falar:
- Estava andando pela rua ontem, e vi um menino
levando essa gaiola com 3 pequenos passarinhos dentro
com frio e com medo.
Eu perguntei:
- Menino o que você vai fazer com esses passarinhos ?
Ele respondeu:
- Levá-los para casa tirar as penas e queimá-los, vou
me divertir com eles.
- Quanto você quer por esses passarinhos menino ?
O menino respondeu:
- O senhor não vai quere-los, eles não servem para
nada, são f eios!
O pregador os comprou por 10 dólares! E os soltou em
uma árvore!
Um dia Jesus e Satanás estavam conversando e Jesus
perguntou a Satanás o que ele estava fazendo para as
pessoas aqui na terra.
Ele respondeu :
- Estou me divertindo com elas, ensino a fazer bombas
e a matar, a usar revolver, a odiar umas a outras, a
casar e a divorciar, ensino a abusar de criancinhas,
ensino a jovens usar drogas , a beber e fazer tudo o
que não se deve!
Estou me divertindo muito com eles!
Jesus perguntou:
- E depois o que você vai fazer com eles?
- Vou matá-los e acabar com eles!
Jesus perguntou:
- quanto você quer por eles?
Satanás respondeu:
- Você não vai querer essas pessoas, elas são
traiçoeiras, mentirosas, falsas, egoístas e avarentas!
Elas não vão te amar de verdade, vão bater e cuspir no
teu rosto, vão te desprezar e nem vão levar em
consideração o que você fizer!
- Quanto você quer por elas Satanás!?
- Quero toda a tua lágrima e todo o teu sangue!
- Trato feito!
E... Jesus pagou o preço da nossa liberdade! Como nos
esquecemos de Jesus!
Acreditamos em tudo o que nos ensina, mas sempre
questionamos as coisas que vem de Deus! Todos querem
um dia estar com Deus, mas não querem conhece-lo! E
ama-lo!
Muitos dizem: Eu acredito em Deus, (Satanás também!)
mas não fazem nada por Ele!
As pessoas mandam piadas por e-mail e umas passam
para as outras em uma velocidade luz!
Mas quando a mensagem é sobre Deus, as pessoas pensam
duas vezes antes de compartil har com as outras.
Dizem a todo momento, a qual clube pertence, mas
pensam duas vezes antes de dizerem: SOU DE CRISTO E
AMO A DEUS!
Tentam ser invisíveis, quando se trata de Jesus
Cristo! Por quê?
Será que quando você terminar de ler essa mensagem,
você mandará para alguém ou você não esta seguro do
que as pessoas pensarão sobre você se você enviar !
Falar sobre Jesus Cristo não é um assunto que as
pessoas querem ouvir!
Somente querem a Jesus quando estão em grandes apuros!
Quem passará essa mensagem ?
Deus perguntou: A quem enviarei?
Envia-me a mim SENHOR.
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