1.4.05

Chuvas da salvação

Eu lhes disse: “Preparem os campos para a lavoura, semeiem a justiça e colham as bênçãos que o amor produzirá. Pois já é tempo de vocês se voltarem para mim, o Senhor, e eu farei chover sobre vocês a chuva da salvação”.

Oséias 10. 12

Oséias, profeta do Reino do Norte (Israel) e contemporâneo de Amós, prega no meio de um povo que anda trocando religiosidade por culto (cf. Os. 6. 6). Ele anuncia, por isso, a destruição final de Samaria, que finalmente acontece em 721 a.C.. A passagem em que se insere esse texto é profundamente inquietante como um todo, mas aqui quero pensar nessa ordem que Deus dá ao Seu povo de todos os tempos.

A primeira coisa que Deus nos instrui a fazer é preparar a terra para a lavoura. Não resta dúvida de que a imagem se refere a uma metáfora da vida espiritual de cada um. Assim, preparar os campos é preparar a si mesmo, o próprio coração. É nossa busca por Deus, por meio de Sua Palavra, que prepara nosso coração para que possamos fazer a semeadura da justiça, a fim de que venha a colheita esperada e desejada. É preciso atender ao chamado do Senhor, pois já é tempo de vocês se voltarem para mim.

Somos chamados, também, para semear a justiça. É nosso papel sermos santos e justos. É nosso papel viver, na prática, a realidade da justiça que se manifesta na Palavra de Deus. É nosso papel, com os corações transformados e preparados para a semeadura, buscarmos a vida de justiça. Semearmos a justiça.

Mas, o que acontece quando o homem do campo semeia a terra mas não vem a chuva? A semente se perde, o campo não verdeja, a morte reina e impera no meio de tudo. Não acontece colheita se não vier chuva sobre o campo semeado.

Do mesmo modo, sem que o Senhor venha como chuva de amor, nossa justiça se torna aridez, hipocrisia, farisaísmo. Deus nos quer semeando a justiça, a retidão, a santidade porque é hora de buscar o Senhor. Só quando nos voltamos para Ele, Ele envia a chuva de amor que traz vida à semente lançada.

É hora de buscar ao Senhor. Buscar sem limites. Não um pouco, alguns instantes por dia, mas buscarmos por Ele até que Ele venha. Até que sintamos a Sua chuva caindo sobre nós. Chuva de refrigério, vida, poder e avivamento. Eu e você precisamos da chuva do Senhor inundando a nossa vida. Precisamos buscar o Senhor até que Ele venha.

Quando Jesus se despede de Seus discípulos no livro de Lucas, lhes diz: Eu lhes envio a promessa de Meu Pai; mas fiquem na cidade até serem revestidos do poder do alto (24. 49). O que fizeram os discípulos? Esperaram dez dias, em oração, até que o Senhor viesse em Sua chuva no Pentecostes.

Busque o Senhor e aguarde que Ele se derrame como chuva de justiça, salvação, vida e poder. Continue buscando até que Ele venha para que você colha as bênçãos que o amor produzirá.

Daniel Dantas

Missionário da 1ª IPI do Natal

O que está escondido

Porque, se o evangelho que anunciamos está escondido, está escondido somente para os que estão se perdendo. Eles não podem crer, pois o deus deste mundo conservou a mente deles na escuridão. Ele não os deixa ver a luz que brilha sobre eles, a luz que vem da boa notícia a respeito da glória de Cristo, o qual nos mostra como Deus realmente é.

2 Coríntios 4. 3 – 4.

Quem conhece a profundidade e as riquezas da graça de Cristo revelada na Cruz pelo evangelho, as boas notícias da salvação, muitas vezes se questiona como muitos podem ser apresentados a essa mensagem e, simplesmente, rejeitá-la. Uma vez ouvi uma resposta simplista de uma irmã bem intencionada: Não aceitam Jesus por falta de vergonha na cara, dizia ela.

Será isso mesmo? Por que a luz do evangelho de Cristo não brilha nas suas faces?

Em primeiro lugar, porque o evangelho lhes está escondido. Há um véu posto sobre o coração deles, como Paulo diz um pouco antes (2 Co. 3. 15). Mesmo que lhes apresentemos a Palavra da salvação, ela será incompreensível para eles. Parecerá loucura. A luz de Cristo não vai encontrar lugar para se refletir porque um véu se interporá entre ela e a face e o coração dessas pessoas. São como quem olha e não vê. Como quem ouve mas não escuta.

Em segundo lugar, o diabo, o deus deste mundo, está agindo. Na verdade, por vezes é o próprio diabo quem vela os corações e encobre o evangelho. Ele quer matar, roubar e destruir. E seu trabalho mais eficaz nesse sentido é roubar a Palavra pregada dos corações. Nada é mais destrutivo do que a ação do diabo encobrindo dos corações o evangelho da glória de Cristo.

O deus deste mundo toca na mente dos incrédulos para que a Palavra de Deus lhe seja incompreensível e, assim, seja impossível à luz do evangelho brilhar nos corações. O diabo tem lançado nos corações as sementes de falsas doutrinas, filosofias e idéias que têm enredado a muitos. Tudo isso para que não brilhe sobre eles, a luz que vem da boa notícia a respeito da glória de Cristo, o qual nos mostra como Deus realmente é.

Na pregação do evangelho, somos responsáveis por cultivar uma vida de oração, intercedendo por aqueles cuja mente está obscurecida pela ação do diabo. Deus quer usar a nossa oração para quebrar cadeias e destroçar opressões demoníacas. Jesus nos deu Sua autoridade para reivindicar Sua vitória e libertar vidas das trevas.

Mas o versículo 3 nos diz que se o evangelho que anunciamos está escondido, está escondido somente para os que estão se perdendo. Então por que tantos que se consideram cristãos salvos se portam como pessoas em cujos rostos não brilha a luz do evangelho?

Por que temos desprezado muitas vezes as riquezas insondáveis da Palavra de Deus?

Por que desprezamos a vida de oração que Deus nos quer vivendo?

Por que não lemos, meditamos e conhecemos a Palavra de Deus?

Por que vivemos uma vida cristã da profundidade de alguns poucos centímetros?

E por que, sendo tão miseráveis, infelizes, pobres, cegos e nus, nos achamos tão ricos e abastados? Por que achamos que a Palavra nunca se aplica a nós?

Uma possível resposta a estas perguntas se constrói de maneira simples: não conseguimos ver a glória de Cristo porque não nos apossamos das riquezas da graça de Deus. Não temos a vida cristã efetiva porque damos lugar para que o deus deste mundo cegue o nosso entendimento para que não resplandeça em nós a luz do evangelho da glória de Cristo. O diabo tem roubado o melhor da nossa vida.

Mas há saída. Cultive uma vida de oração, comunhão e intimidade com Deus e Ele se revelará profundamente a você. Leia, medite e conheça a Palavra de Deus, e suas promessas serão efetivamente reais em sua vida. Jogue-se nos braços do Senhor como um holocausto vivo.

Cultive a vida com Deus e repreenda a ação do Maligno: Sujeitai-vos a Deus; resisti ao diabo e ele fugirá de vós (Tg. 4. 7).

Daniel Dantas

Missionário da 1ª IPI do Natal

28.3.05

As regras da Guerra

E foi na Cruz que Cristo se livrou do poder dos governos e das autoridades espirituais. Ele humilhou esses poderes publicamente, levando-os prisioneiros no seu desfile de vitória.
Colossenses 2. 15.

Quando eu vejo filmes ou documentários sobre guerras me impressiona o simples fato de que os conflitos têm regras. Recentemente ouvimos muito falar, por exemplo, sobre a Convenção de Genebra, que não é menos que um regulamento mundial sobre as Guerras.
Às vezes você encontra passagens na Bíblia e na história em que os homens falam e respeitam estranhas regras sobre guerras. Na famosa passagem de Davi e Golias, por exemplo, nós vemos o desafio filisteu de que se algum judeu fosse capaz de derrotar o seu campeão, os filisteus seriam escravos de Israel. No filme de Mel Gibson, O Patriota, que descreve a Guerra da Independência dos Estados Unidos, os ingleses ficam terrivelmente furiosos com o personagem de Gibson porque este matou, em um campo de batalha, os líderes da tropa. Isso era contra as regras da guerra. Regras sobre guerras para mim representam um contra-senso muito humano. Os homens são capazes de escreverem regulamentos para controlarem as ações de guerra, chegando a acordo acerca disto. Então, por que não são capazes de chegarem a acordos que impeçam as guerras?
Nós, cristãos, estamos em meio a uma batalha. Travamos uma Guerra. E essa guerra não tem regras muito nítidas. A maior parte das vezes, o que é pior, nossos inimigos ainda nos são invisíveis. Mas a realidade é que estamos em uma cruel guerra, na qual, cedo ou tarde, podemos ser mais ou menos feridos.
Muitas vezes, porém, não levamos a sério a realidade desta guerra. Provavelmente porque nossos inimigos não são a carne ou o sangue, mas principados e potestades espirituais. São adversários invisíveis aos olhos humanos. Nós nos deparamos com guerreiros cruéis, que não respeitam regras, que agem da maneira mais terrível a fim de conseguir seus objetivos. E, para nossa desgraça, a maior parte do tempo, estamos no meio do campo de batalha sem nos apercebermos que há uma guerra sendo travada em nosso redor. Estamos perdidos, como cegos em tiroteio. Sermos feridos, às vezes mortalmente, é inevitável.
Essa Guerra não tem regras. Pelo menos que nós possamos conhecer. Mas nós podemos nos precaver de sermos apanhados de surpresa pelas ações do campo de batalha. Mais que isso: podemos nos preparar para entrarmos na luta.
Apesar de ser uma luta sem regras, há um princípio absoluto que precisa nos conduzir na batalha. Os nossos inimigos são adversários derrotados. O resultado da Guerra já foi absolutamente definido na Cruz do Calvário: E foi na Cruz que Cristo se livrou do poder dos governos e das autoridades espirituais. Ele humilhou esses poderes publicamente, levando-os prisioneiros no seu desfile de vitória. Cristo já os venceu na Cruz. É a partir deste ponto que podemos entrar na Guerra. Essa é uma batalha do Senhor e ela já tem um resultado definitivo, apesar de todo poder mortal que os inimigos apresentam. É no nome de Jesus e por Seu Sangue que a vitória já foi alcançada.
Uma outra coisa, que se deriva desta, é que não podemos estar perdidos no meio do campo de batalha, sem saber o que fazer, como cegos em tiroteio. A partir do instante em que fomos arregimentados nas forças do Deus da Glória somos soldados dessa Guerra. E o soldado não vai à batalha de qualquer jeito. Vistam-se com toda a armadura que Deus dá a vocês, para ficarem firmes contra as armaduras do Diabo. Pois nós não estamos lutando contra seres humanos, mas contra as forças espirituais do mal que vivem nas alturas, isto é, os governos, as autoridades e os poderes que dominam completamente este mundo de escuridão. Por isso peguem agora a armadura que Deus lhe dá. Assim, quando chegar o dia de enfrentarem as forças do mal, vocês poderão resistir aos ataques do inimigo e, depois de lutarem até o fim, vocês continuarão firmes, sem recuar. Portanto, estejam preparados. Usem a verdade como cinturão. Vistam-se com a couraça da justiça e calcem, como sapatos, a prontidão para anunciar a boa notícia de paz. E levem a fé como escudo, para poderem se proteger de todos os dardos de fogo do Maligno. Recebam a salvação como capacete e a Palavra de Deus como a espada que o Espírito Santo lhes dá. Façam tudo isso orando a Deus e pedindo a ajuda dele. Orem sempre (Ef. 6. 10 – 18).
Precisamos estar atentos para sabermos quem somos, onde estamos e o que estamos fazendo. Mesmo que a vitória final já tenha sido garantida por Jesus na Cruz, a batalha pode nos ferir mortalmente. É preciso sabermos que somos guerreiros no meio da batalha. Sabermos que as forças do Senhor contam conosco. Logo, precisamos nos vestir das roupas de guerreiros do Senhor. E mais que isso. Não podemos desprezar nem a realidade dessas coisas, nem o poder que ainda tem o Maligno. Não podemos desprezar o poder de nosso adversário. Esses homens têm visões que os fazem pecar contra o próprio corpo deles. Desprezam a autoridade de Deus e insultam os gloriosos seres celestiais. Nem mesmo o arcanjo Miguel fez isso. Na discussão que teve com o Diabo, para decidir quem ia ficar com o corpo de Moisés, Miguel não se atreveu a condenar o Diabo com insultos, mas apenas disse: “Que o Senhor repreenda você!” (Jd. 8 – 9).
Estamos em guerra. A nossa vitória vem do Senhor. Mas, para isso, precisamos tomar em consideração toda seriedade da batalha em todos os seus aspectos. Sempre.
Sobre a Páscoa (parte final)

O último inimigo que será destruído será a morte.
1 Coríntios 15. 26.

Jesus, como diz o hino, é nossa Vera Páscoa. Nele toda a realidade da mensagem pascal, desde o início, tem o cumprimento. Jesus é o Deus que ouve a súplica do povo que andava em trevas. Ele é o Deus que vê o estado terrível, mergulhado na lama e no pecado, em que essa gente, nós mesmos, nos encontrávamos.
Jesus desce a fim de livrá-lo. Ele se encarnou e se fez de um de nós. E se fez carne semelhante ao pecado e foi obediente ao propósito de Deus até o fim. Encarnou-se para ir à Cruz e até a Cruz foi para nos salvar pela Sua grande graça. Ali venceu de maneira tremenda. Venceu o pecado, despojou principados e potestades, os expondo à vergonha e ao desprezo eterno. Toda dívida que era nossa, impagável, foi rasgada e cravada naquela Cruz. Foi pago um Alto Preço. Preço de sangue.
Esmagou a cabeça da serpente e destruiu as obras da Satanás. Libertou os cativos. Refez toda a história humana. Mas faltava uma coisa. Uma coisa que não estava envolvida no tão esperado “está consumado”. Havia um último inimigo a ser vencido. Jesus estava morto. Mas vinha chegando um domingo.
O último inimigo a ser vencido, a morte. Ela tentou eclipsar o Sol da justiça, mas na manhã do domingo a ordem do universo foi subvertida definitivamente. Raiou com um brilho eterno o Sol. Raiou com luz suficiente para iluminar corações por todos os séculos dos séculos. Raiou com o calor eterno do aconchego aos braços do Pai. Raiou, dizendo Amém a toda que fora consumada dois dias antes. O Sol raiou, mostrando a cada um que tudo aquilo valeu a pena. Que a vitória é real. Que não há motivo para lamento e dor, choro e tristeza, porque o Deus do universo transformou as nossas lágrimas em danças, a nossa angústia em festa. Nós, o povo que andávamos em trevas, vimos uma luz que nos mudou para sempre. O tempo de nossa tristeza e angústia está passando.
O último inimigo foi vencido. Não temos o que temer. Jesus ressuscitou como as primícias. Ele está vivo! Celebremos! Judeus e gentios, homens e mulheres, escravos e livres, agora todos são um com o Senhor. Ele está vivo! Ele está sentado no trono e Ele virá em tempo e hora que não nos compete saber.
Como João, só nos restar chorar. Porque se encontra ali Aquele que tem a história nas mãos. O Leão da Tribo de Judá, o famoso descendente do rei Davi, conseguiu a vitória e pode quebrar os sete selos e abrir o livro. Então vi um Cordeiro de pé no meio do trono... (Ap. 5. 5 – 6).
O Cordeiro ressuscitado virá até nós, nos buscará para vivermos em um novo mundo, novos céus e nova terra, onde toda lágrima é enxugada, onde não haverá dor, onde a morte não será mais que uma lembrança. Onde toda tristeza terá sido deixada para trás. O Sol da Justiça ressuscitado brilhará, por fim, no meio de nós. Nada necessitaremos porque seremos, finalmente, inteiramente dEle para sempre. Essa história terá chegado ao fim quando o Cordeiro quebrar os selos e abrir o livro.

26.3.05

Sobre a Páscoa (parte 4)

Por isso, desci para (...) levá-los do Egito para uma terra grande e boa.

Êxodo 3. 8

Deus nos conduz sempre para os melhores lugares. A sua libertação, completa, não nos tira apenas do aperto em que nos encontramos, mas nos leva a uma melhor situação. A um lugar de gozo e prazer. A um lugar de vida e paz. Do mesmo modo que o Israel libertado seria conduzido pelo Deus vivo para uma terra prometida, rica de leite e mel, nós também somos libertados pelo Senhor e conduzidos ao melhor lugar do mundo: o centro de Sua Vontade.

Paulo disse algo assim aos colossenses: Ele nos libertou do poder da escuridão e nos trouxe em segurança para o Reino do Seu Filho Amado. É Ele quem nos liberta, e é por meio dEle que os nossos pecados são perdoados (Cl. 1. 13 – 14). Deus nos liberta do império do mal e nos conduz ao Reino do Seu Amor Aprazível. Ele nos tira de caminhos de morte no deserto e nos leva aonde flui a Água da Vida. Ele nos livra do pecado por meio de Sua Graça nos ensinando o sentido de uma nova vida.

O que essas coisas significam na prática? O que essa ação positiva de Deus de nos conduzir a um melhor lugar ocasionam em nós? Deus escreve uma nova história para nós, história centrada em Seu propósito e vontade, história fixada pela Sua Graça e Verdade. Libertados da opressão e do mal, somos levados à vida e à paz. A pastos verdejantes, a águas de descanso.

A Páscoa de Jesus, com a Cruz no Centro da Vida e da Morte, marca-nos com uma nova vida, cujo sentido se extrai da libertação, da vida e do amor. Não somos mais escravos do pecado e da morte, porque Jesus foi àquela Cruz. Somos livres, homens e mulheres capazes de se amarem e amarem a Deus. A vida verdadeira flui com abundância em nosso ser. Nosso coração, alcançado pelo Deus que desce para nos livrar, é levado a viver o Amor plenamente.

Todas essas coisas são absolutamente inefáveis. Por isso se transformam em ritos, em símbolos na nossa vida. Por serem inefáveis, são lembradas quando partilhamos pão e vinho na Mesa do Senhor. Por serem inefáveis, são marcadas por festas de liberdade e do Poder de Deus. Festas como a da Páscoa, que também nos inspiram a lembrar que jamais seremos capazes de antecipar as riquezas maravilhosas da nova vida para a qual o Senhor nos libertou. Elas estão a nós reservadas, como uma terra prometida, onde correm leite e mel, onde há Água e Vida Plena, mas cuja experiência palavra alguma é capaz de alcançar. Terra e promessa. Vida e luz. Liberdade e Páscoa. Inenarráveis. Inexplicáveis. Inefáveis. Porque o que ninguém nunca viu nem ouviu, e o que jamais alguém pensou que podia acontecer, foi isso o que Deus preparou para aqueles que o amam (1 Co. 2. 8). É algo assim que brilha em nosso futuro, para onde caminhamos em nossa jornada. É para esse destino que vamos, peregrinos libertados pela Graça do Senhor.