Jesus subiu um monte, chamou os que Ele quis, e eles foram para perto dEle.
Marcos 3. 13.
Jesus chama à sua intimidade quem Ele quer. Não usa padrões humanos limitados, qualquer coisa que se assemelhe ao que pensamos ser mais apropriado, para escolher aqueles com quem quer ter intimidade. Na Sua comunhão íntima, Jesus não se limita a nós, não se põe sob nossos limites.
É Ele e somente Ele quem atrai para perto aqueles com quem quer ter intimidade. Não adianta ao ser humano querer forçar essa barra. Não adianta ao homem querer dizer quem pode ser Amigo Íntimo de Deus. Não adianta querer impor nossos pensamentos religiosos a esse processo. O chamado do Senhor à intimidade obedece a um único critério: a vontade de Jesus. É a vontade dEle quem pode nos conduzir a subir o monte e ficar perto dEle.
Nisso, Ele não faz as escolhas mais óbvias. Semana passada, um pastor falou em nossa igreja sobre Raabe. Uma prostituta de Jericó, chamada por Deus para Sua intimidade, ao ponto de vir a fazer parte da linhagem do próprio Filho de Deus. Se olharmos para quem eram os doze escolhidos por Jesus como apóstolos, talvez nosso incomodo aumente ainda mais. Pescadores iletrados, homens rudes que foram chamados de Filhos do Trovão, um cobrador de impostos, dois guerrilheiros. O time que Jesus escolheu não tinha nada a ver com os critérios que impomos como sendo características de gente séria e santa.
Fora desse círculo principal ainda vamos encontrar mais gente, como aquela mulher de quem Jesus tinha tirado sete espíritos imundos. Maria Madalena, essa mulher, se torna íntima e proeminente na comunhão com Jesus. Ao ponto de ter a honra de ser a primeira testemunha da ressurreição.
Alguns anos depois, surge um jovem intelectual, perseguidor da igreja. Saulo de Tarso tinha tudo para ser desprezado pelos cristãos, mas não foi desprezado por Cristo. E, de uma maneira extraordinária, Jesus chama este homem para se tornar o principal escritor do Novo Testamento, um homem cuja intimidade com Deus o levou a ver coisas que julgava impossíveis de serem ditas aos demais.
Jesus escolhe quem Ele quer para ser Seu amigo íntimo. Os critérios que Ele usa geralmente vão chocar as nossas mentalidades pecadoras. Mas podemos crer que Ele chama para perto de Si segundo o critério da boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Não adianta forçar a barra: somente será concedido subir o monte e ir para mais perto de Jesus, uma intimidade mais próxima, àqueles a quem Ele quiser.
Mas isso implica uma coisa maravilhosa para mim e para você. Por mais que você se sinta deslocado, marginalizado e inapropriado para isso, a intimidade do Senhor é para você. Porque o significado disso tudo é que Deus não vê as pessoas como nós as vemos. Deus vê o coração. E um coração contrito e quebrantado, Ele não desprezará. Se aos critérios humanos você é a última pessoa a quem Jesus chamaria à Sua intimidade, lembre que Ele não vê assim. Ele realmente prefere chamar esse tipo de pessoa para escandalizar os sábios e poderosos do mundo.
Se os homens desprezam você, Jesus não despreza. Ele não chamou os sacerdotes, nem os poderosos do império romano, nem os donos da verdade para subirem com Ele ao monte e chegarem mais perto em Sua intimidade. Ele não fez isso e Ele continua sem fazer. Ele chama o humilde. Ele chama aquele por quem não damos nada. Quando você se sentir indigno e inapropriado, lembre que Jesus prefere você para subir o Seu monte e viver a Sua intimidade. É gente como você que Ele procura para ser Amigo.
6.6.05
5.6.05
Em guerra
E assim os piores inimigos de uma pessoa serão os seus próprios parentes.
Mateus 10. 36
Tive um sonho muito inquietante esta semana que me inspirou uma reflexão bem relevante à minha vida. Sonhei que era um soldado no meio de uma guerra. Na verdade, um agente especial que tinha uma missão a cumprir. No desenrolar dos acontecimentos, eu pude ver os piores horrores de um campo de batalha. Mas, devido à urgência da missão em que me encontrava, fui guardando no peito todas aquelas coisas feias que via. Não podia me dar ao luxo de me impactar por elas, nem de chorar por elas. Não podia perder tempo.
O momento mais difícil do sonho se deu quando, resgatando alguém do meio da batalha, me vi perseguido por quatro pessoas. Mesmo sem poder identificá-las, sabia que se tratavam de quatro dos meus melhores amigos. Era matar ou morrer. E eu os matei para salvar a minha vida e aquele que eu protegia. E aquilo me doeu incrivelmente.
Então, eu voltei para casa. Após me acomodar em meu lar, saí rumo a uma atividade da igreja. O interessante é que aquela atividade não acontecia no templo, mas em um outro ambiente mais informal. Chegando lá, sabia que toda a igreja estava presente, mas apenas pude reconhecer um casal amigo. E fiquei junto a eles. Naquele instante, a congregação estava cantando uma versão de Teus olhos, de Marcos Witt. Minha única reação foi quedar-me de joelhos, quebrado pelas lutas, por tudo que vi na guerra, por todo horror que vivenciei, pelas coisas que tive de fazer, pelos amigos em quem tive de atirar. E eu chorei muito. Demais. Tanto que acordei, no meio da madrugada, chorando, profundamente impactado.
O momento mais difícil de tudo foi ter de atirar nos meus amigos. Aquilo doeu demais. Um amiga a quem contei o sonho me fez lembrar de um texto bíblico, e me conduziu a refletir sobre ele: E assim os piores inimigos de uma pessoa serão os seus próprios parentes. E me pus a pensar sobre como, tantas vezes, as piores batalhas que nós enfrentamos, as piores perseguições que sofremos, os maiores horrores que encaramos no campo de batalha de nossas vidas são protagonizados por pessoas a quem amamos muito. Somos perseguidos por amigos, parentes, pessoas de nossa própria casa. Estes se tornam os nossos principais inimigos.
Se a batalha pela fé já, em si, extenuante, ela se torna mais complicada quando as pessoas em quem confiamos e de quem esperamos apoio, se voltam contra nós ou se põem como complicadores da situação. É como se fosse roubado de nós o nosso único alento, o nosso apoio. Estamos em guerra e nossos inimigos estão fortalecidos pelos nossos maiores amigos.
É possível que você saiba exatamente o que estou falando. É possível que você já tenha experimentado coisas tremendas na sua vida cristã. É possível que você já tenha vivenciado as piores experiências, as coisas mais dolorosas. É possível que você já tenha vivido a situação de estar no meio de uma missão urgente, sendo perseguido por seus amigos e parentes que são incapazes de compreenderem o que você está fazendo. Você já pode ter vivido isso e sabe como é difícil encarar, superar e encontrar conforto nessas horas.
O nosso conforto vem do Senhor. É interessante o que a letra de Teus olhos diz:
Teus olhos revelam que eu
Nada posso esconder
E que não sou nada sem Ti, Oh fiel Senhor
Tudo sabes de mim,
Quando Sondas o meu coracão
Eis que tudo podes ver, bem dentro de mim
Leva minha vida, a uma só verdade
E quando me sondas, nada posso ocultar
Sei, é Tua fidelidade
Leva a minha vida mais além
Do que eu possa imaginar
Sei e não posso negar
Que os Teus olhos sobre mim
Me enchem da Tua paz
O olhar do Senhor, o Justo Juiz, está sempre sobre nós. Do Senhor Fiel não escapa nada, tudo Ele pode ver. E por causa disso, podemos tranqüilizar o nosso coração. Porque Ele conhece o nosso coração. E mesmo que sejamos incompreendidos pelas pessoas que amamos, Ele conhece o nosso coração. Ele não retira o Seu amor de nós. Ele não retira os Seus olhos de sobre nós.
Ele sabe as lutas que enfrentamos. Ele conosco em cada uma delas. Ele cuida de nós para cumpramos a missão que nos deu. Ele nos leva pela Sua fidelidade a uma vida de dimensão nunca antes imaginada por nosso coração, por nossa mente, por nossa alma. Ele nos leva a uma dimensão de comunhão com Ele que não podemos imaginar. E por causa disso, no meio da luta, no meio dos sofrimentos, no meio da batalha, no meio da guerra que pode se travar contra os inimigos de nosso lar, no meio disso tudo, podemos ter a paz do Senhor em nosso coração, arbitrando todas coisas. Porque sabemos que os olhos do Senhor sempre estarão postos sobre nós. Ele nos vê. E os Seus olhos nos enchem de paz.
Mateus 10. 36
Tive um sonho muito inquietante esta semana que me inspirou uma reflexão bem relevante à minha vida. Sonhei que era um soldado no meio de uma guerra. Na verdade, um agente especial que tinha uma missão a cumprir. No desenrolar dos acontecimentos, eu pude ver os piores horrores de um campo de batalha. Mas, devido à urgência da missão em que me encontrava, fui guardando no peito todas aquelas coisas feias que via. Não podia me dar ao luxo de me impactar por elas, nem de chorar por elas. Não podia perder tempo.
O momento mais difícil do sonho se deu quando, resgatando alguém do meio da batalha, me vi perseguido por quatro pessoas. Mesmo sem poder identificá-las, sabia que se tratavam de quatro dos meus melhores amigos. Era matar ou morrer. E eu os matei para salvar a minha vida e aquele que eu protegia. E aquilo me doeu incrivelmente.
Então, eu voltei para casa. Após me acomodar em meu lar, saí rumo a uma atividade da igreja. O interessante é que aquela atividade não acontecia no templo, mas em um outro ambiente mais informal. Chegando lá, sabia que toda a igreja estava presente, mas apenas pude reconhecer um casal amigo. E fiquei junto a eles. Naquele instante, a congregação estava cantando uma versão de Teus olhos, de Marcos Witt. Minha única reação foi quedar-me de joelhos, quebrado pelas lutas, por tudo que vi na guerra, por todo horror que vivenciei, pelas coisas que tive de fazer, pelos amigos em quem tive de atirar. E eu chorei muito. Demais. Tanto que acordei, no meio da madrugada, chorando, profundamente impactado.
O momento mais difícil de tudo foi ter de atirar nos meus amigos. Aquilo doeu demais. Um amiga a quem contei o sonho me fez lembrar de um texto bíblico, e me conduziu a refletir sobre ele: E assim os piores inimigos de uma pessoa serão os seus próprios parentes. E me pus a pensar sobre como, tantas vezes, as piores batalhas que nós enfrentamos, as piores perseguições que sofremos, os maiores horrores que encaramos no campo de batalha de nossas vidas são protagonizados por pessoas a quem amamos muito. Somos perseguidos por amigos, parentes, pessoas de nossa própria casa. Estes se tornam os nossos principais inimigos.
Se a batalha pela fé já, em si, extenuante, ela se torna mais complicada quando as pessoas em quem confiamos e de quem esperamos apoio, se voltam contra nós ou se põem como complicadores da situação. É como se fosse roubado de nós o nosso único alento, o nosso apoio. Estamos em guerra e nossos inimigos estão fortalecidos pelos nossos maiores amigos.
É possível que você saiba exatamente o que estou falando. É possível que você já tenha experimentado coisas tremendas na sua vida cristã. É possível que você já tenha vivenciado as piores experiências, as coisas mais dolorosas. É possível que você já tenha vivido a situação de estar no meio de uma missão urgente, sendo perseguido por seus amigos e parentes que são incapazes de compreenderem o que você está fazendo. Você já pode ter vivido isso e sabe como é difícil encarar, superar e encontrar conforto nessas horas.
O nosso conforto vem do Senhor. É interessante o que a letra de Teus olhos diz:
Teus olhos revelam que eu
Nada posso esconder
E que não sou nada sem Ti, Oh fiel Senhor
Tudo sabes de mim,
Quando Sondas o meu coracão
Eis que tudo podes ver, bem dentro de mim
Leva minha vida, a uma só verdade
E quando me sondas, nada posso ocultar
Sei, é Tua fidelidade
Leva a minha vida mais além
Do que eu possa imaginar
Sei e não posso negar
Que os Teus olhos sobre mim
Me enchem da Tua paz
O olhar do Senhor, o Justo Juiz, está sempre sobre nós. Do Senhor Fiel não escapa nada, tudo Ele pode ver. E por causa disso, podemos tranqüilizar o nosso coração. Porque Ele conhece o nosso coração. E mesmo que sejamos incompreendidos pelas pessoas que amamos, Ele conhece o nosso coração. Ele não retira o Seu amor de nós. Ele não retira os Seus olhos de sobre nós.
Ele sabe as lutas que enfrentamos. Ele conosco em cada uma delas. Ele cuida de nós para cumpramos a missão que nos deu. Ele nos leva pela Sua fidelidade a uma vida de dimensão nunca antes imaginada por nosso coração, por nossa mente, por nossa alma. Ele nos leva a uma dimensão de comunhão com Ele que não podemos imaginar. E por causa disso, no meio da luta, no meio dos sofrimentos, no meio da batalha, no meio da guerra que pode se travar contra os inimigos de nosso lar, no meio disso tudo, podemos ter a paz do Senhor em nosso coração, arbitrando todas coisas. Porque sabemos que os olhos do Senhor sempre estarão postos sobre nós. Ele nos vê. E os Seus olhos nos enchem de paz.
O caminho certo
Se vocês se desviarem do caminho, indo para a direita ou para a esquerda, ouvirão a voz dEle atrás de vocês, dizendo: “O caminho certo é este; andem nele”.
Isaías 30. 21
A escolha do caminho errado é algo que pode nos trazer profundas conseqüências negativas. Quando estamos em uma cidade desconhecida, precisamos estar atentos em como vamos nos deslocar, especialmente contanto com a orientação de pessoas que conheçam a cidade, conheçam o lugar de onde você sairá e o lugar para onde você irá. Você precisa de uma orientação precisa para não se perder no caminho.
No fim de 2003, fui fazer uma prova na Universidade Federal de Pernambuco. Conheço pouco Recife, mas já tinha ido várias vezes ao prédio onde seria feita a seleção. Do lugar onde me hospedei, não sabia chegar à Universidade, mas estava certo que, uma vez no campus, não me perderia. Logo na minha chegada à Recife dependi de orientação de estranhos para poder chegar ao meu destino, à casa que me hospedaria. Do metrô, tomei um ônibus. Pedi ao cobrador que me informasse quando chegássemos à determinada rua. Ele esqueceu de mim e tive de descer uns quarteirões além do meu destino. Depois, quando fui para universidade, no dia anterior à prova para aprender o caminho e evitar o prejuízo de me perder no dia, descobri, para meu desalento, que havia muitas paradas de ônibus semelhantes àquela que eu sabia que ia descer no campus da UFPE. O resultado foi que eu desci do outro do campus e tive de atravessar a pé toda a extensão do mesmo, até o prédio onde faria a prova. Eu me perdi por não ter dependido da orientação de quem conhecia as coisas melhor do que eu. Mas no fim de contas, tudo terminou bem.
É uma história como essa que se encontra no capítulo 30 do livro de Isaías. Deus está dizendo que, apesar de todos os pecados que o povo cometeu e todo o castigo que sofreu, Ele está pronto para restaurar Israel completamente. E quando fizer isso, está pronto também para guiar o povo mais uma vez, não lhe permitindo que se desvie e peque gravemente de novo. Para isso, Israel precisa tomar duas atitudes: voltar-se a Deus e abrir seus ouvidos.
É impressionante essa imagem que o profeta constrói. É a imagem de alguém que vai caminhando por uma estrada desconhecida, em uma terra na qual nunca esteve antes. É a história de alguém que sabe aonde precisa ir, mas nunca esteve lá antes e não conhece o caminho. Esse alguém precisa de constante orientação para que não se perca. E Deus promete ser esse Orientador, com Sua doce voz falando aos ouvidos do povo: “O caminho certo é este; andem nele”!
Na caminhada da nossa vida, muitas vezes nos deparamos com encruzilhadas ou com estradas desconhecidas. Nessas horas, costumamos nos sentir perdidos e corremos o risco de nos desviarmos do rumo de nosso destino, nos afastando gradativamente do Senhor. Nessas horas precisamos tomas duas atitudes.
Em primeiro lugar, é preciso buscar ao Senhor: Quando vocês clamarem pedindo socorro, o Senhor Deus ficará com pena de vocês; Ele os ouvirá e atenderá (...) não se esconderá de vocês. Ele é o seu Mestre, e vocês O encontrarão quando quiserem (Is. 30. 19 – 20). Ele está a postos para atender ao nosso chamado por socorro. Ele está pronto para nos orientar nos caminhos que precisamos tomar. Ele está disposto a nos dizer qual a melhor estrada para chegarmos ao nosso destino: o alvo da soberana vocação de Deus em Cristo, a vida plena com Ele (Fp. 3. 14).
Mas também precisamos abrir nossos ouvidos para ouvir a orientação de Deus. Porque é fundamental também estarmos dispostos, com os corações prostrados e rasgados para pormos a Palavra de orientação que o Senhor nos fala em prática. Além disso, precisamos ter sintonia com Ele, concentrados na voz de nosso Pastor, para que não sejamos confundidos por outras vozes que não a dEle. Ele está pronto para nos guiar em todos os nossos passos, para evitar que nos desviemos. Precisamos, então, dispor nosso corpo, nosso coração e nossos ouvidos para com humildade ouvir Sua voz a nos dizer: “O caminho certo é este; andem nele”.
Isaías 30. 21
A escolha do caminho errado é algo que pode nos trazer profundas conseqüências negativas. Quando estamos em uma cidade desconhecida, precisamos estar atentos em como vamos nos deslocar, especialmente contanto com a orientação de pessoas que conheçam a cidade, conheçam o lugar de onde você sairá e o lugar para onde você irá. Você precisa de uma orientação precisa para não se perder no caminho.
No fim de 2003, fui fazer uma prova na Universidade Federal de Pernambuco. Conheço pouco Recife, mas já tinha ido várias vezes ao prédio onde seria feita a seleção. Do lugar onde me hospedei, não sabia chegar à Universidade, mas estava certo que, uma vez no campus, não me perderia. Logo na minha chegada à Recife dependi de orientação de estranhos para poder chegar ao meu destino, à casa que me hospedaria. Do metrô, tomei um ônibus. Pedi ao cobrador que me informasse quando chegássemos à determinada rua. Ele esqueceu de mim e tive de descer uns quarteirões além do meu destino. Depois, quando fui para universidade, no dia anterior à prova para aprender o caminho e evitar o prejuízo de me perder no dia, descobri, para meu desalento, que havia muitas paradas de ônibus semelhantes àquela que eu sabia que ia descer no campus da UFPE. O resultado foi que eu desci do outro do campus e tive de atravessar a pé toda a extensão do mesmo, até o prédio onde faria a prova. Eu me perdi por não ter dependido da orientação de quem conhecia as coisas melhor do que eu. Mas no fim de contas, tudo terminou bem.
É uma história como essa que se encontra no capítulo 30 do livro de Isaías. Deus está dizendo que, apesar de todos os pecados que o povo cometeu e todo o castigo que sofreu, Ele está pronto para restaurar Israel completamente. E quando fizer isso, está pronto também para guiar o povo mais uma vez, não lhe permitindo que se desvie e peque gravemente de novo. Para isso, Israel precisa tomar duas atitudes: voltar-se a Deus e abrir seus ouvidos.
É impressionante essa imagem que o profeta constrói. É a imagem de alguém que vai caminhando por uma estrada desconhecida, em uma terra na qual nunca esteve antes. É a história de alguém que sabe aonde precisa ir, mas nunca esteve lá antes e não conhece o caminho. Esse alguém precisa de constante orientação para que não se perca. E Deus promete ser esse Orientador, com Sua doce voz falando aos ouvidos do povo: “O caminho certo é este; andem nele”!
Na caminhada da nossa vida, muitas vezes nos deparamos com encruzilhadas ou com estradas desconhecidas. Nessas horas, costumamos nos sentir perdidos e corremos o risco de nos desviarmos do rumo de nosso destino, nos afastando gradativamente do Senhor. Nessas horas precisamos tomas duas atitudes.
Em primeiro lugar, é preciso buscar ao Senhor: Quando vocês clamarem pedindo socorro, o Senhor Deus ficará com pena de vocês; Ele os ouvirá e atenderá (...) não se esconderá de vocês. Ele é o seu Mestre, e vocês O encontrarão quando quiserem (Is. 30. 19 – 20). Ele está a postos para atender ao nosso chamado por socorro. Ele está pronto para nos orientar nos caminhos que precisamos tomar. Ele está disposto a nos dizer qual a melhor estrada para chegarmos ao nosso destino: o alvo da soberana vocação de Deus em Cristo, a vida plena com Ele (Fp. 3. 14).
Mas também precisamos abrir nossos ouvidos para ouvir a orientação de Deus. Porque é fundamental também estarmos dispostos, com os corações prostrados e rasgados para pormos a Palavra de orientação que o Senhor nos fala em prática. Além disso, precisamos ter sintonia com Ele, concentrados na voz de nosso Pastor, para que não sejamos confundidos por outras vozes que não a dEle. Ele está pronto para nos guiar em todos os nossos passos, para evitar que nos desviemos. Precisamos, então, dispor nosso corpo, nosso coração e nossos ouvidos para com humildade ouvir Sua voz a nos dizer: “O caminho certo é este; andem nele”.
3.6.05
Paz na tempestade
Mestre! Nós vamos morrer! O Senhor não se importa com isso?
Marcos 4. 38
Vez por outra a gente sempre enfrenta uma séria dificuldade: não sabemos exatamente como reagir a uma determinada situação. Faltam-nos as palavras que poderiam ser dita, não temos compreensão total do que se sucede, nossos pensamentos não nos ajudam a guiar os passos diante do que se passa. Ficamos mudos por não termos o que dizer, por não sermos capazes de perceber tudo o que acontece, por não sermos capazes de saber que palavras seriam apropriadas.
Geralmente isso se dá quando nos deparamos com grandes dores e tragédias. É comum pensarmos: Fulano não merecia isso! E ficamos meio assim, sem ter o que dizer. É muito angustiante a sensação de querer apoiar, com uma Palavra de Deus, alguém que enfrenta uma grande dificuldade e não termos essas palavras.
Mas eu também costumo ficar sem palavras quando acontece algo ligeiramente diferente. Uma amiga foi convocada a dar notícia a uma irmã que não sabia, até então, que estava acometida de um câncer e seria cirurgiada dessa enfermidade. Toda preparada para um momento difícil, como de fato foi, foi surpreendida e emudecida com a reação da mulher: Você pode cantar aquele hino: “Deus cuidará de Ti!”? As reações de paz, fé e tranqüilidade diante dos piores tormentos também costumam nos inquietar e nos emudecer.
Os discípulos ficaram com raiva de Jesus em uma situação como essa. Estão lá naquele barco, atravessando o lago da Galiléia. Do nada, vem um vento forte, ondas altas se abatendo contra o barco. Os discípulos estão apavorados com aquele tormento. Certamente, é o fim: o barco vai arrebentar e afundar e todos morrerão. Olham em busca de Jesus e O encontram tranqüilamente dormindo, em profunda paz, na parte de trás do barco. A paz de Jesus incomoda aqueles homens: Mestre! Nós vamos morrer! O Senhor não se importa com isso?
Jesus podia dormir em paz porque sabia que estava sempre seguro nas mãos do Seu Pai. Por mais complicada que fosse a situação, era o Senhor quem a controlava, e não o contrário. Por mais terrível que fosse o tormento, podia haver paz naquele barco porque as vidas não correm em vão, mas é Deus quem mantém a história e as controla totalmente. O barco podia estar sendo arremessado para todos os lados, mas Jesus podia ficar em paz porque sabia que aquilo não era definitivo.
No entanto, é interessante perceber que a paz de Jesus incomodou os discípulos. Eles ficaram com raiva. Provavelmente porque não tinha se atinado ainda para o que Jesus podia fazer, mesmo depois de verem tantos milagres extraordinários acontecendo diante de seus olhos. Depois de ter repreendido o mar e o vento, diz Jesus: Por que é que vocês são assim tão medrosos? Vocês ainda não têm fé? (Mc. 4. 40).
É a fé que pode trazer a paz nos momentos de maiores lutas e de maiores dificuldades. É a fé em um Deus que sempre cuidará de nós que pode manter o nosso coração tranqüilo mesmo quando enfrentamos uma doença terrível, como o câncer daquela mulher. É a fé, dos outros, que nos emudece. Porque pela fé deles podemos antever o grande poder de Deus em ação. Pela sua fé, vemos o que Deus pode fazer e calamos diante do Que é muito maior que nós. Que homem é este que manda até no vento e nas ondas?! (Mc. 4. 41).
Marcos 4. 38
Vez por outra a gente sempre enfrenta uma séria dificuldade: não sabemos exatamente como reagir a uma determinada situação. Faltam-nos as palavras que poderiam ser dita, não temos compreensão total do que se sucede, nossos pensamentos não nos ajudam a guiar os passos diante do que se passa. Ficamos mudos por não termos o que dizer, por não sermos capazes de perceber tudo o que acontece, por não sermos capazes de saber que palavras seriam apropriadas.
Geralmente isso se dá quando nos deparamos com grandes dores e tragédias. É comum pensarmos: Fulano não merecia isso! E ficamos meio assim, sem ter o que dizer. É muito angustiante a sensação de querer apoiar, com uma Palavra de Deus, alguém que enfrenta uma grande dificuldade e não termos essas palavras.
Mas eu também costumo ficar sem palavras quando acontece algo ligeiramente diferente. Uma amiga foi convocada a dar notícia a uma irmã que não sabia, até então, que estava acometida de um câncer e seria cirurgiada dessa enfermidade. Toda preparada para um momento difícil, como de fato foi, foi surpreendida e emudecida com a reação da mulher: Você pode cantar aquele hino: “Deus cuidará de Ti!”? As reações de paz, fé e tranqüilidade diante dos piores tormentos também costumam nos inquietar e nos emudecer.
Os discípulos ficaram com raiva de Jesus em uma situação como essa. Estão lá naquele barco, atravessando o lago da Galiléia. Do nada, vem um vento forte, ondas altas se abatendo contra o barco. Os discípulos estão apavorados com aquele tormento. Certamente, é o fim: o barco vai arrebentar e afundar e todos morrerão. Olham em busca de Jesus e O encontram tranqüilamente dormindo, em profunda paz, na parte de trás do barco. A paz de Jesus incomoda aqueles homens: Mestre! Nós vamos morrer! O Senhor não se importa com isso?
Jesus podia dormir em paz porque sabia que estava sempre seguro nas mãos do Seu Pai. Por mais complicada que fosse a situação, era o Senhor quem a controlava, e não o contrário. Por mais terrível que fosse o tormento, podia haver paz naquele barco porque as vidas não correm em vão, mas é Deus quem mantém a história e as controla totalmente. O barco podia estar sendo arremessado para todos os lados, mas Jesus podia ficar em paz porque sabia que aquilo não era definitivo.
No entanto, é interessante perceber que a paz de Jesus incomodou os discípulos. Eles ficaram com raiva. Provavelmente porque não tinha se atinado ainda para o que Jesus podia fazer, mesmo depois de verem tantos milagres extraordinários acontecendo diante de seus olhos. Depois de ter repreendido o mar e o vento, diz Jesus: Por que é que vocês são assim tão medrosos? Vocês ainda não têm fé? (Mc. 4. 40).
É a fé que pode trazer a paz nos momentos de maiores lutas e de maiores dificuldades. É a fé em um Deus que sempre cuidará de nós que pode manter o nosso coração tranqüilo mesmo quando enfrentamos uma doença terrível, como o câncer daquela mulher. É a fé, dos outros, que nos emudece. Porque pela fé deles podemos antever o grande poder de Deus em ação. Pela sua fé, vemos o que Deus pode fazer e calamos diante do Que é muito maior que nós. Que homem é este que manda até no vento e nas ondas?! (Mc. 4. 41).
2.6.05
Alicerce
Porque Deus já pôs Jesus Cristo como o único alicerce, e nenhum outro alicerce pode ser colocado.
1 Coríntios 3. 11.
Entendo pouco de construção. Afinal, não sou engenheiro. Mas sabemos que existem duas coisas importantíssimas em uma construção: a estabilidade do alicerce e a qualidade do material.
Recentemente alguns prédios desabaram ou foram condenados na região metropolitana do Recife, especialmente por problemas estruturais causados por instabilidade na colocação de seus alicerces. Construídos em terreno arenoso, qualquer deslocamento de aterro pode lhes causar danos permanentes por causa dos alicerces instáveis.
Sobre o problema do material de construção, o exemplo mais notório que se pode lembrar é o caso do edifício Palace II. No domingo de carnaval de 1998, em 22 de fevereiro, no meio da madrugada, os moradores ouviram um forte estrondo. O saldo foi de oito mortos e um prédio de 22 andares condenado. Famílias foram desabrigadas e, algumas delas, ainda esperam alguma espécie de ressarcimento. O principal problema do Palace II foi a péssima qualidade do material empregado na obra e erros estruturais no projeto. Destruição, causada ou por alicerces falhos, ou por material de má qualidade.
Como está sendo construída a nossa vida? Qual é, em primeiro lugar, o alicerce que está fundamentando esta obra? Porque Deus já pôs Jesus Cristo como o único alicerce, e nenhum outro alicerce pode ser colocado. Jesus Cristo, Sua vida, Seu amor, Sua morte e Sua obra são o único alicerce possível na construção de nossa própria vida. Não pode haver outro do mesmo modo que não há outro Deus. Ele é a Pedra Fundamental, o Alicerce único, posto pelo próprio Deus a fim de estabilizar a obra que Ele mesmo conduz.
O nosso problema, muitas vezes, é tentarmos dispor de outros alicerces. Tentamos construir nossa vida sobre outras bases, totalmente instáveis, totalmente equivocadas. Quando fazemos isso ameaçamos a nós mesmo de enfrentarmos uma destruição ainda mais severa do que aquela provocada por prédios que caem em Pernambuco. Quando fazemos isso nos colocamos em situação de risco, morte e tragédia, ainda mais grave que a vivida pelos moradores do Palace II. Porque não arriscamos apenas a dimensão material, terrena e humana de nossas vidas. Pomos em xeque, quando construímos sobre outro alicerce, a própria essência da vida, que se funda em um relacionamento vivo com um Deus vivo. Caminhamos para a destruição, a tragédia e a morte na dimensão espiritual e eterna. Desde já, passamos a vivenciar a dor, a tristeza, a angústia e a infelicidade de se desviar do projeto que Deus tem para a construção de nossas vidas.
Mas corremos outro risco. Podemos afirmar e mesmo acreditar que estamos construindo sobre o Alicerce que é Jesus e estarmos enganados, distantes da verdade. Podemos ter, ou querer ter, Jesus como um alicerce, mas Ele permanecer um estranho para nós. Porque não nos importamos em conhecê-Lo de verdade, nos aprofundarmos em um relacionamento íntimo e pessoal com Ele. Esse Alicerce só nos dará estabilidade se nos preocuparmos em irmos até Ele, quebrantados, para conhecê-Lo mais e de verdade. Se não fizermos isso, a fé de que Ele é nosso Alicerce será apenas uma ilusão, porque estaremos construindo sobre outras coisas, outros sentimentos, outros planos, outros propósitos, menos Ele. Essa ilusão mantém, ou até multiplica por trazer uma sensação falsa de segurança, o risco de tragédia total para a construção de nossa vida.
Mas não podemos deixar de falar no material de construção. É sobre isso que Paulo fala no restante do nosso texto. Ele separa em dois tipos o material que podemos usar para a construção de nossa vida. De um lado, ouro, prata e pedras preciosas, elementos ricos, estáveis e que podem sobreviver a tudo que se levanta para derrubar o prédio. Material de primeira. Mas também podemos usar um material xinfrim, como madeira, capim ou palha. Diante de um incêndio, por exemplo, ou de um terremoto, a destruição é certa. Podemos firmamo-nos no mais correto dos alicerces, Jesus, e ainda assim pormos a obra de nossas vidas em risco devido ao material que estamos usando para construir. Mesmo assim, o prédio pode ser destruído, mas o alicerce, diz Paulo, permanece, como a nos garantir que toda obra pode ser refeita.
Que tipo de material estamos usando na construção de nossa vida? Estamos tentando construir a nossa vida na dimensão da comunhão com Deus através da busca e vivência constante do Fruto do Espírito? Ou nossas obras que levantam as paredes de nossa casa ainda são as obras da carne, contra as quais Deus se levanta (Gl. 5. 19 – 23)?
Preste atenção em que alicerce você está construindo sua vida. Será Cristo ou você está tentando arrumar um outro? Preste atenção sobre que material de construção você está empregando. De que qualidade é? Do Espírito ou da carne? A tragédia, resultante de escolhas erradas, será infinitamente maior que a morte e destruição que todos vimos pela tevê no Palace II. Preste atenção enquanto ainda for tempo de embargar a obra e recomeçá-la com tudo certo.
1 Coríntios 3. 11.
Entendo pouco de construção. Afinal, não sou engenheiro. Mas sabemos que existem duas coisas importantíssimas em uma construção: a estabilidade do alicerce e a qualidade do material.
Recentemente alguns prédios desabaram ou foram condenados na região metropolitana do Recife, especialmente por problemas estruturais causados por instabilidade na colocação de seus alicerces. Construídos em terreno arenoso, qualquer deslocamento de aterro pode lhes causar danos permanentes por causa dos alicerces instáveis.
Sobre o problema do material de construção, o exemplo mais notório que se pode lembrar é o caso do edifício Palace II. No domingo de carnaval de 1998, em 22 de fevereiro, no meio da madrugada, os moradores ouviram um forte estrondo. O saldo foi de oito mortos e um prédio de 22 andares condenado. Famílias foram desabrigadas e, algumas delas, ainda esperam alguma espécie de ressarcimento. O principal problema do Palace II foi a péssima qualidade do material empregado na obra e erros estruturais no projeto. Destruição, causada ou por alicerces falhos, ou por material de má qualidade.
Como está sendo construída a nossa vida? Qual é, em primeiro lugar, o alicerce que está fundamentando esta obra? Porque Deus já pôs Jesus Cristo como o único alicerce, e nenhum outro alicerce pode ser colocado. Jesus Cristo, Sua vida, Seu amor, Sua morte e Sua obra são o único alicerce possível na construção de nossa própria vida. Não pode haver outro do mesmo modo que não há outro Deus. Ele é a Pedra Fundamental, o Alicerce único, posto pelo próprio Deus a fim de estabilizar a obra que Ele mesmo conduz.
O nosso problema, muitas vezes, é tentarmos dispor de outros alicerces. Tentamos construir nossa vida sobre outras bases, totalmente instáveis, totalmente equivocadas. Quando fazemos isso ameaçamos a nós mesmo de enfrentarmos uma destruição ainda mais severa do que aquela provocada por prédios que caem em Pernambuco. Quando fazemos isso nos colocamos em situação de risco, morte e tragédia, ainda mais grave que a vivida pelos moradores do Palace II. Porque não arriscamos apenas a dimensão material, terrena e humana de nossas vidas. Pomos em xeque, quando construímos sobre outro alicerce, a própria essência da vida, que se funda em um relacionamento vivo com um Deus vivo. Caminhamos para a destruição, a tragédia e a morte na dimensão espiritual e eterna. Desde já, passamos a vivenciar a dor, a tristeza, a angústia e a infelicidade de se desviar do projeto que Deus tem para a construção de nossas vidas.
Mas corremos outro risco. Podemos afirmar e mesmo acreditar que estamos construindo sobre o Alicerce que é Jesus e estarmos enganados, distantes da verdade. Podemos ter, ou querer ter, Jesus como um alicerce, mas Ele permanecer um estranho para nós. Porque não nos importamos em conhecê-Lo de verdade, nos aprofundarmos em um relacionamento íntimo e pessoal com Ele. Esse Alicerce só nos dará estabilidade se nos preocuparmos em irmos até Ele, quebrantados, para conhecê-Lo mais e de verdade. Se não fizermos isso, a fé de que Ele é nosso Alicerce será apenas uma ilusão, porque estaremos construindo sobre outras coisas, outros sentimentos, outros planos, outros propósitos, menos Ele. Essa ilusão mantém, ou até multiplica por trazer uma sensação falsa de segurança, o risco de tragédia total para a construção de nossa vida.
Mas não podemos deixar de falar no material de construção. É sobre isso que Paulo fala no restante do nosso texto. Ele separa em dois tipos o material que podemos usar para a construção de nossa vida. De um lado, ouro, prata e pedras preciosas, elementos ricos, estáveis e que podem sobreviver a tudo que se levanta para derrubar o prédio. Material de primeira. Mas também podemos usar um material xinfrim, como madeira, capim ou palha. Diante de um incêndio, por exemplo, ou de um terremoto, a destruição é certa. Podemos firmamo-nos no mais correto dos alicerces, Jesus, e ainda assim pormos a obra de nossas vidas em risco devido ao material que estamos usando para construir. Mesmo assim, o prédio pode ser destruído, mas o alicerce, diz Paulo, permanece, como a nos garantir que toda obra pode ser refeita.
Que tipo de material estamos usando na construção de nossa vida? Estamos tentando construir a nossa vida na dimensão da comunhão com Deus através da busca e vivência constante do Fruto do Espírito? Ou nossas obras que levantam as paredes de nossa casa ainda são as obras da carne, contra as quais Deus se levanta (Gl. 5. 19 – 23)?
Preste atenção em que alicerce você está construindo sua vida. Será Cristo ou você está tentando arrumar um outro? Preste atenção sobre que material de construção você está empregando. De que qualidade é? Do Espírito ou da carne? A tragédia, resultante de escolhas erradas, será infinitamente maior que a morte e destruição que todos vimos pela tevê no Palace II. Preste atenção enquanto ainda for tempo de embargar a obra e recomeçá-la com tudo certo.
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