Estou me afogando nos meus pecados; eles são uma carga pesada demais para mim.
Salmo 38. 4
A verdade mais simples da Bíblia sobre o homem é que ele é pecador. Isso independe de suas ações. Quer dizer, o homem não é pecador por pecar, mas peca porque é pecador. Sua natureza é oposta a natureza do Senhor, porque nossos primeiros pais pecaram. A maldição do pecado entrou na história humana.
É claro que o texto bíblico nos garante que estamos livres de toda e qualquer condenação a partir do momento que estamos em Jesus, mas isso não significa que não pecaremos mais. Porque a salvação que Deus nos providencia começa na graça, se desenvolve na graça e terminará na graça. Pecaremos, mas temos a certeza de um Pai no céu e de um Advogado justo: não seremos condenados.
Quando começamos a andar com Jesus corremos um sério risco de nos esquecermos disso. Corremos o risco de nos esquecermos que continuamos pecadores, ainda que redimidos e salvos. Andamos no fio da navalha, a todo instante tentados a nos transformarmos naquele fariseu de quem Jesus fala em Lucas 18: Dois homens foram ao Templo para orar. Um era fariseu, e o outro, cobrador de impostos. O fariseu ficou de pé e orou sozinho, assim: “Ó Deus, eu te agradeço porque não sou avarento, nem desonesto, nem imoral como as outras pessoas. Agradeço-te também porque não sou como este cobrador de impostos. Jejuo duas vezes por semana e te dou a décima parte de tudo o que ganho” (Lc. 18. 10 – 12). A tentação é a de nos acharmos, em premissas totalmente equivocadas, os supersantos, impecáveis. Esse é um caminho de destruição sem volta.
É por isso que, às vezes, eu acho que Deus permite que cometamos os mais graves pecados. Ele faz isso para que a nossa natureza pecaminosa seja lançada em nosso rosto e nos conscientizemos de que não somos nada. Ele faz isso para nos preservar de qualquer sentimento orgulho, para nos tornarmos mais semelhantes ao cobrador de impostos: Mas o cobrador de impostos ficou de longe e nem levantava o rosto para o céu. Batia no peito e dizia: “Ó Deus, tem pena de mim, pois sou pecador!” (Lc. 18. 13). Jesus afirma que este cobrador de impostos, consciente de sua miséria, foi o único que voltou para casa abençoado com a graça, a paz e o perdão de Deus.
Andamos no fio da navalha do orgulho, da sensação de que somos os mais especiais dos homens. Os supersantos. Nessas horas, a consciência acerca de um pecado pode ser um remédio. Davi, homem segundo coração de Deus, Seu amigo íntimo, escreveu o Salmo 38: Estou me afogando nos meus pecados; eles são uma carga pesada demais para mim. Só essa atitude pode nos garantir o perdão pela graça. Um coração quebrantado, arrependido, não deixará de ser perdoado.
Quando nos sentimos os muito bons é como se fôssemos uma bela casa, construída toda em madeira. Não percebemos, mas sob os nossos pés a casa está sendo consumida, por dentro, por um cupinzeiro. Os pequenos insetos estão corroendo todas as estruturas, todos os alicerces. Quando tivermos consciência do que está acontecendo, ou seja, quando as paredes internas se afofarem e se espatifarem, será muito tarde: a construção inteira estará condenada.
O nosso pecado pode ser esse monte de cupim. Vai destruindo a nossa vida, enquanto não tivermos a consciência vívida acerca de quem somos e de quem Deus é. Não somos nada diante do Pai Santo. Como diz o velho hino, sentimentos orgulhosos não convém a criminosos. Deus quer, em nosso coração, o sentimento humilde daquele cobrador de impostos. Se nos permitirmos ser como o fariseu, Ele nos abaterá e humilhará. É bom acordar, antes que seja tarde demais para acabar com o ataque dos cupins.
20.6.05
Compaixão
Quando Jesus saiu do barco e viu aquela grande multidão, ficou com muita pena deles e curou os doentes que estavam ali.
Mateus 14. 14.
No último sábado comprei uma camiseta que sempre quis ter. Ela traz a mais famosa foto de Che Guevara e frases conhecidas dele: Viva la Revolucion! Hasta la victoria siempre! Ontem à noite fui à igreja com ela.
Depois fiquei pensando que aquela camisa podia ser mal-entendida pelos meus irmãos. Especialmente pelo fato de que ninguém entende bem as idéias que fundamentam qualquer ideal revolucionário. Então, a pergunta inevitável seria: Como pode um cristão andar com a foto de um revolucionário? Eu poderia responder com uma outra pergunta: Como pode um cristão não ser um revolucionário?
Quem assistiu Diários de Motocicleta, mesmo que faça todas as ressalvas devidas à construção romântica da figura de Che, pôde entender como nasce um ideal revolucionário. E, mais ainda, que o ideal de Guevara não se produziu em um contexto anti-cristão ou anti-bíblico. Sua execução pode ter sido contrária às Escrituras, mas o processo de nascimento é profundamente vinculado aos princípios do Evangelho de Jesus.
O filme narra a viagem de Che e de seu parceiro Alberto Granado, de moto, pelas terras latino-americanas, quando o futuro revolucionário ainda era um jovem estudante de medicina. O ponto final da viagem seria um leprosário na Amazônia peruana. No caminho, a dupla descobre, pouco a pouco, a miséria, a exploração e a injustiça no continente. Ao chegar no leprosário, eles revolucionam o atendimento preconceituoso e de isolamento que, até então, se dava aos doentes. Mesmo em tratamento e, por isso, sendo impossível o contágio, os doentes eram isolados em uma ilha. As religiosas não permitiam que se misturassem. Na noite de seu aniversário, o asmático Ernesto atravessa o rio a nado, apenas para poder celebrar com os seus amigos leprosos na colônia da outra margem.
O ideal revolucionário nasce da capacidade de se indignar com a injustiça e de ter compaixão pelos oprimidos. E, daí, ele conduz a uma ação em favor de mudança. Quando Jesus saiu do barco e viu aquela grande multidão, ficou com muita pena deles e curou os doentes que estavam ali.
Jesus era alguém que se compadecia e se indignava, e, conduzido pelo amor, agiu para transformar o mundo, sem nenhuma dúvida. Esse era o propósito de Sua vida, Seu ministério, Seu compromisso.
Quando Jesus se encontra com o jovem rico (Lc. 18. 18 – 27), o desafia a assumir um compromisso duplo, em resposta à sua pergunta sobre o que fazer para ser salvo: compromisso com o próprio Senhor, em primeiro lugar, e compromisso com os pobres. O rico rejeita a salvação porque é incapaz de se comprometer com os pobres.
Indignação com a injustiça, compaixão pelos oprimidos e compromisso com a transformação do mundo são coisas impressas em nosso coração pelo amor de Deus. Ser cristão, por isso, é ser revolucionário, mesmo que nunca necessitemos realizar uma revolução armada. A nossa revolução é conduzida pela força do Evangelho e pela luta por mudança.
Outro dia dizia a uma amiga que ela não podia perder a capacidade de se indignar com a injustiça, sob pena de perder, junto com isso, o seu compromisso com Deus.
Podemos, por fim, não aceitar as práticas de Che, mas não podemos deixar de constatar que seu ideal, nascido da compaixão e da indignação, não diverge tanto do compromisso de Jesus quanto gostariam alguns. Quando Jesus saiu do barco e viu aquela grande multidão, ficou com muita pena deles e curou os doentes que estavam ali.
Mateus 14. 14.
No último sábado comprei uma camiseta que sempre quis ter. Ela traz a mais famosa foto de Che Guevara e frases conhecidas dele: Viva la Revolucion! Hasta la victoria siempre! Ontem à noite fui à igreja com ela.
Depois fiquei pensando que aquela camisa podia ser mal-entendida pelos meus irmãos. Especialmente pelo fato de que ninguém entende bem as idéias que fundamentam qualquer ideal revolucionário. Então, a pergunta inevitável seria: Como pode um cristão andar com a foto de um revolucionário? Eu poderia responder com uma outra pergunta: Como pode um cristão não ser um revolucionário?
Quem assistiu Diários de Motocicleta, mesmo que faça todas as ressalvas devidas à construção romântica da figura de Che, pôde entender como nasce um ideal revolucionário. E, mais ainda, que o ideal de Guevara não se produziu em um contexto anti-cristão ou anti-bíblico. Sua execução pode ter sido contrária às Escrituras, mas o processo de nascimento é profundamente vinculado aos princípios do Evangelho de Jesus.
O filme narra a viagem de Che e de seu parceiro Alberto Granado, de moto, pelas terras latino-americanas, quando o futuro revolucionário ainda era um jovem estudante de medicina. O ponto final da viagem seria um leprosário na Amazônia peruana. No caminho, a dupla descobre, pouco a pouco, a miséria, a exploração e a injustiça no continente. Ao chegar no leprosário, eles revolucionam o atendimento preconceituoso e de isolamento que, até então, se dava aos doentes. Mesmo em tratamento e, por isso, sendo impossível o contágio, os doentes eram isolados em uma ilha. As religiosas não permitiam que se misturassem. Na noite de seu aniversário, o asmático Ernesto atravessa o rio a nado, apenas para poder celebrar com os seus amigos leprosos na colônia da outra margem.
O ideal revolucionário nasce da capacidade de se indignar com a injustiça e de ter compaixão pelos oprimidos. E, daí, ele conduz a uma ação em favor de mudança. Quando Jesus saiu do barco e viu aquela grande multidão, ficou com muita pena deles e curou os doentes que estavam ali.
Jesus era alguém que se compadecia e se indignava, e, conduzido pelo amor, agiu para transformar o mundo, sem nenhuma dúvida. Esse era o propósito de Sua vida, Seu ministério, Seu compromisso.
Quando Jesus se encontra com o jovem rico (Lc. 18. 18 – 27), o desafia a assumir um compromisso duplo, em resposta à sua pergunta sobre o que fazer para ser salvo: compromisso com o próprio Senhor, em primeiro lugar, e compromisso com os pobres. O rico rejeita a salvação porque é incapaz de se comprometer com os pobres.
Indignação com a injustiça, compaixão pelos oprimidos e compromisso com a transformação do mundo são coisas impressas em nosso coração pelo amor de Deus. Ser cristão, por isso, é ser revolucionário, mesmo que nunca necessitemos realizar uma revolução armada. A nossa revolução é conduzida pela força do Evangelho e pela luta por mudança.
Outro dia dizia a uma amiga que ela não podia perder a capacidade de se indignar com a injustiça, sob pena de perder, junto com isso, o seu compromisso com Deus.
Podemos, por fim, não aceitar as práticas de Che, mas não podemos deixar de constatar que seu ideal, nascido da compaixão e da indignação, não diverge tanto do compromisso de Jesus quanto gostariam alguns. Quando Jesus saiu do barco e viu aquela grande multidão, ficou com muita pena deles e curou os doentes que estavam ali.
19.6.05
Com Jesus
Pai, quero que onde eu estiver, estejam também comigo aqueles que me deste, para que vejam a minha glória, a glória que me deste, porque me amaste antes da criação do mundo.
João 17. 24
Estar na presença de uma autoridade é algo que pode provocar em nós constrangimento e timidez. Imagino se, um dia, fosse me dada a oportunidade de entrar na sala de trabalho do presidente da República, no Palácio do Planalto. A sua glória, com certeza, seria impactante em meu coração. E se fosse a presença de um monarca? Se eu tivesse a chance de me deparar com a Rainha Elisabete II, todos os protocolos de comportamento, toda a etiqueta, e, principalmente, toda a pompa e majestade da Rainha iriam me deixar, certamente, calado, envergonhado e reverente. Tanta glória me fariam agir como quem não sabe muito bem o que fazer nem pensar.
Eu continuo pensando muito sobre comunhão e intimidade com Jesus. Este trecho da chamada oração sacerdotal de Jesus traduz, mais uma vez, a constante vocação do cristão a andar na proximidade do seu Senhor. Pai, quero que onde eu estiver, estejam também comigo aqueles que me deste, para que vejam a minha glória, a glória que me deste, porque me amaste antes da criação do mundo.
Desta vez, Jesus ora em favor da Sua Igreja e Seu pedido é simples. Ele pede para que o Pai possa fazer com que os discípulos aprendam e consigam estar com Jesus, onde Ele estiver. Jesus ora, em outras palavras, para que o Pai nos faça andar na profundidade da comunhão e intimidade.
Nesse caso, estar com Jesus tem um propósito bem definido: é para que vejamos a Sua Glória. É como se a Rainha Elisabete nos quisesse chamar a estar com ela, entrar na sua presença, apenas para que víssemos toda a sua glória e o esplendor de sua majestade. Certamente, essa comunhão na glória da Rainha seria de tremendo impacto em nossas vidas.
É incomparavelmente maior a Glória do Senhor e infinitamente mais Poderoso o nosso Deus. No entanto, é algo assim que Jesus pede ao Pai em nosso favor. Que estejamos com Ele, em intimidade, no lugar onde Ele estiver, para que vejamos a Sua Glória. E, certamente, a visão da Glória de Jesus é de impacto inenarrável e incomparável. A Glória do Deus do universo mata o homem, transforma o coração, muda-nos em essência, santifica as nossas vidas, impacta, de tal maneira, que somos silenciados, transformados, humilhados, vivificados. Não somos nem podemos ser os mesmos depois que entramos na presença do Deus do Universo e nos pomos diante de Sua glória e tremenda majestade.
Mas ver a glória é também partilhá-la. Impactados pela presença de Deus, somos transformados por essa glória, que vai nos moldando pelo Espírito. Estar com Jesus, penetrar na presença dEle e se prostrar ante a Sua Glória e Poder é adentrar no processo de santificação, de transformação. Somos, assim, moldados e tornados, mais e mais, semelhantes a Cristo. Santificados para refletir a Glória de Deus em nossas vidas. A glória que o Pai deu ao Filho é a glória que Jesus quer partilhar com aqueles que se aventuram em Sua comunhão, a glória da santificação e do poder do alto.
Por isso, essa parte da oração de Jesus pode ser entendida como um pedido ao Pai para que queiramos usufruir a Sua presença, comunhão e santidade. E, desse modo, se traduz em um desafio a nós, Seus discípulos, para que desejemos essa comunhão mais ardentemente.
João 17. 24
Estar na presença de uma autoridade é algo que pode provocar em nós constrangimento e timidez. Imagino se, um dia, fosse me dada a oportunidade de entrar na sala de trabalho do presidente da República, no Palácio do Planalto. A sua glória, com certeza, seria impactante em meu coração. E se fosse a presença de um monarca? Se eu tivesse a chance de me deparar com a Rainha Elisabete II, todos os protocolos de comportamento, toda a etiqueta, e, principalmente, toda a pompa e majestade da Rainha iriam me deixar, certamente, calado, envergonhado e reverente. Tanta glória me fariam agir como quem não sabe muito bem o que fazer nem pensar.
Eu continuo pensando muito sobre comunhão e intimidade com Jesus. Este trecho da chamada oração sacerdotal de Jesus traduz, mais uma vez, a constante vocação do cristão a andar na proximidade do seu Senhor. Pai, quero que onde eu estiver, estejam também comigo aqueles que me deste, para que vejam a minha glória, a glória que me deste, porque me amaste antes da criação do mundo.
Desta vez, Jesus ora em favor da Sua Igreja e Seu pedido é simples. Ele pede para que o Pai possa fazer com que os discípulos aprendam e consigam estar com Jesus, onde Ele estiver. Jesus ora, em outras palavras, para que o Pai nos faça andar na profundidade da comunhão e intimidade.
Nesse caso, estar com Jesus tem um propósito bem definido: é para que vejamos a Sua Glória. É como se a Rainha Elisabete nos quisesse chamar a estar com ela, entrar na sua presença, apenas para que víssemos toda a sua glória e o esplendor de sua majestade. Certamente, essa comunhão na glória da Rainha seria de tremendo impacto em nossas vidas.
É incomparavelmente maior a Glória do Senhor e infinitamente mais Poderoso o nosso Deus. No entanto, é algo assim que Jesus pede ao Pai em nosso favor. Que estejamos com Ele, em intimidade, no lugar onde Ele estiver, para que vejamos a Sua Glória. E, certamente, a visão da Glória de Jesus é de impacto inenarrável e incomparável. A Glória do Deus do universo mata o homem, transforma o coração, muda-nos em essência, santifica as nossas vidas, impacta, de tal maneira, que somos silenciados, transformados, humilhados, vivificados. Não somos nem podemos ser os mesmos depois que entramos na presença do Deus do Universo e nos pomos diante de Sua glória e tremenda majestade.
Mas ver a glória é também partilhá-la. Impactados pela presença de Deus, somos transformados por essa glória, que vai nos moldando pelo Espírito. Estar com Jesus, penetrar na presença dEle e se prostrar ante a Sua Glória e Poder é adentrar no processo de santificação, de transformação. Somos, assim, moldados e tornados, mais e mais, semelhantes a Cristo. Santificados para refletir a Glória de Deus em nossas vidas. A glória que o Pai deu ao Filho é a glória que Jesus quer partilhar com aqueles que se aventuram em Sua comunhão, a glória da santificação e do poder do alto.
Por isso, essa parte da oração de Jesus pode ser entendida como um pedido ao Pai para que queiramos usufruir a Sua presença, comunhão e santidade. E, desse modo, se traduz em um desafio a nós, Seus discípulos, para que desejemos essa comunhão mais ardentemente.
18.6.05
Martas e Marias
Marta, Marta, você está agitada e preocupada com muitas coisas, mas apenas uma é necessária! Maria escolheu a melhor de todas, e esta ninguém vai tomar dela.
Lucas 10. 41 – 42
Uma só tem sido a temática que tenho pensado nos últimos dias: o chamado à intimidade e comunhão com Deus. Tenho sido repetitivo, constante no falar sobre isso, porque acredito que não existe nada mais profundo e necessário para cada um de nós. Muitas vezes tenho me incomodado com a nossa facilidade em colocarmos outras coisas como mais essenciais ou fundamentais em nossa vida. Uma só coisa importa de verdade e fará muita diferença para a maneira como vivemos e encaramos a vida, caso a assumamos de fato. O mais precioso é sentar-se aos pés de Jesus, ouvir e aprender dEle, curtir a Sua comunhão e intimidade. Essa é a parte que permanece e que nunca nos será tirada.
Jesus chega à casa de Marta e Maria, onde se hospeda. E começou a ensinar. Maria, sedenta por ouvir a Palavra de Deus em Jesus, não perde tempo e se senta aos pés do Mestre. E fica ali, curtindo o momento na presença do Senhor. Marta, pensando nas necessidades que o Mestre e os Seus seguidores possivelmente teriam, não sai da cozinha por coisa alguma. Pouco a pouco, a atitude de sua irmã vai lhe consumindo por dentro, vai lhe incomodando. Não é justo só ela trabalhar, enquanto a irmã fica ali, aproveitando a comunhão com Jesus. Não podendo mais se controlar, Marta estoura: O Senhor não se importa que a minha irmã me deixe sozinha com todo este trabalho? Mande que ela venha me ajudar (Lc. 10. 40).
Parecia bastante lógico. Havia muito trabalho na casa, trabalho, diga-se de passagem, para o serviço de Jesus. Ele era hospede daquele lar, era preciso arrumar tudo, fazer comida. Tudo para Ele. Todas as coisas, toda a ação, era para Ele. Mas tudo estava concentrado em Marta, já que Maria estava sentando, ouvindo o ensino de Jesus. Parecia lógico que Marta suplicasse ao Mestre que mandasse Maria lhe ajudar.
Pareceria lógico, se o embate aqui não fosse entre a comunhão com Jesus, de um lado, e o ativismo, de outro. O que seria mais importante: trabalhar para Jesus ou usufruir a Sua comunhão e intimidade? Maria escolheu a melhor parte, porque do que adianta servir a Jesus se não gozarmos a Sua intimidade?
Marta, Marta, você está agitada e preocupada com muitas coisas, mas apenas uma é necessária! Maria escolheu a melhor de todas, e esta ninguém vai tomar dela. A melhor coisa de todas é desfrutar da companhia do Senhor, de Sua intimidade, de Seu ensino em comunhão. Essa é a única coisa necessária: andar com Jesus! Nenhuma atividade pode substituí-la. Não adianta viver tão ativamente sem que, primeiro e necessariamente, invistamos a nossa vida inteira no sentar-se na presença de Jesus e gozá-la.
O problema é que, na maior parte do tempo, somos Martas quando deveríamos ser Marias. A única coisa necessária foi a parte que Maria escolheu e não lhe será tirada. Somos Martas que nos preocupamos com diversas coisas distintas e importantes, deixando de lado a única que é fundamental e necessária em nossa vida com Deus: comunhão e relacionamento íntimo. Essa é a única coisa que pode permanecer.
Martas, no seu ativismo, esquecem que a verdadeira vida cristã nasce na dimensão do andar com Deus. Do andar com Jesus. Sem isso, corremos o risco de vivermos vidas cristãs aparentes, porque, sem comunhão com Deus, não o conheceremos de verdade. Na aparência, seremos bons cristãos. No coração, nem conheceremos a Deus. Eles dizem que conhecem a Deus, mas o que eles fazem mostra que isso não é verdade. Estão cheios de ódio, são rebeldes e não são capazes de fazem nenhuma coisa boa (Tt. 1. 16).
Lutero era alguém consciente dessa realidade. Ele registrou em seus diários que, nos momentos em que ele tinha mais coisas a fazer e que as necessidades de ação eram mais prementes, ele necessitava orar mais. Nos dias mais atarefados, Lutero dizia que era incapaz de trabalhar sem que passasse pelo menos três horas em oração. Na vida dele, quanto mais atividades fosse preciso realizar, mais tempo era preciso passar usufruindo a companhia e a intimidade de Jesus. Se não fosse assim, o ativismo tornaria sua vida cristã pura aparência. A fonte da vida com Cristo é a necessidade de andar com Cristo intimamente.
Comunhão e intimidade. As coisas necessárias para a vida cristã. As únicas. Por isso, são os desejos que mais tomam a minha mente e o meu coração nos últimos dias. O Senhor nos deseja aprofundando a nossa vida cristã a partir do aprofundamento de nossa vida na comunhão com o Senhor. Se não andarmos com Jesus, nossa vida será aparência. Mesmo que digamos que conhecemos a Jesus, nossos atos vão provar que mentimos.
Por isso, o desafio do Senhor é que deixemos de ser Martas e passemos a ser Marias. Escolhendo a melhor parte, sentar com o Senhor, aprender com Ele, gozar da Sua intimidade e fluir na Sua vida. Esta é a única coisa que nos é necessária.
Lucas 10. 41 – 42
Uma só tem sido a temática que tenho pensado nos últimos dias: o chamado à intimidade e comunhão com Deus. Tenho sido repetitivo, constante no falar sobre isso, porque acredito que não existe nada mais profundo e necessário para cada um de nós. Muitas vezes tenho me incomodado com a nossa facilidade em colocarmos outras coisas como mais essenciais ou fundamentais em nossa vida. Uma só coisa importa de verdade e fará muita diferença para a maneira como vivemos e encaramos a vida, caso a assumamos de fato. O mais precioso é sentar-se aos pés de Jesus, ouvir e aprender dEle, curtir a Sua comunhão e intimidade. Essa é a parte que permanece e que nunca nos será tirada.
Jesus chega à casa de Marta e Maria, onde se hospeda. E começou a ensinar. Maria, sedenta por ouvir a Palavra de Deus em Jesus, não perde tempo e se senta aos pés do Mestre. E fica ali, curtindo o momento na presença do Senhor. Marta, pensando nas necessidades que o Mestre e os Seus seguidores possivelmente teriam, não sai da cozinha por coisa alguma. Pouco a pouco, a atitude de sua irmã vai lhe consumindo por dentro, vai lhe incomodando. Não é justo só ela trabalhar, enquanto a irmã fica ali, aproveitando a comunhão com Jesus. Não podendo mais se controlar, Marta estoura: O Senhor não se importa que a minha irmã me deixe sozinha com todo este trabalho? Mande que ela venha me ajudar (Lc. 10. 40).
Parecia bastante lógico. Havia muito trabalho na casa, trabalho, diga-se de passagem, para o serviço de Jesus. Ele era hospede daquele lar, era preciso arrumar tudo, fazer comida. Tudo para Ele. Todas as coisas, toda a ação, era para Ele. Mas tudo estava concentrado em Marta, já que Maria estava sentando, ouvindo o ensino de Jesus. Parecia lógico que Marta suplicasse ao Mestre que mandasse Maria lhe ajudar.
Pareceria lógico, se o embate aqui não fosse entre a comunhão com Jesus, de um lado, e o ativismo, de outro. O que seria mais importante: trabalhar para Jesus ou usufruir a Sua comunhão e intimidade? Maria escolheu a melhor parte, porque do que adianta servir a Jesus se não gozarmos a Sua intimidade?
Marta, Marta, você está agitada e preocupada com muitas coisas, mas apenas uma é necessária! Maria escolheu a melhor de todas, e esta ninguém vai tomar dela. A melhor coisa de todas é desfrutar da companhia do Senhor, de Sua intimidade, de Seu ensino em comunhão. Essa é a única coisa necessária: andar com Jesus! Nenhuma atividade pode substituí-la. Não adianta viver tão ativamente sem que, primeiro e necessariamente, invistamos a nossa vida inteira no sentar-se na presença de Jesus e gozá-la.
O problema é que, na maior parte do tempo, somos Martas quando deveríamos ser Marias. A única coisa necessária foi a parte que Maria escolheu e não lhe será tirada. Somos Martas que nos preocupamos com diversas coisas distintas e importantes, deixando de lado a única que é fundamental e necessária em nossa vida com Deus: comunhão e relacionamento íntimo. Essa é a única coisa que pode permanecer.
Martas, no seu ativismo, esquecem que a verdadeira vida cristã nasce na dimensão do andar com Deus. Do andar com Jesus. Sem isso, corremos o risco de vivermos vidas cristãs aparentes, porque, sem comunhão com Deus, não o conheceremos de verdade. Na aparência, seremos bons cristãos. No coração, nem conheceremos a Deus. Eles dizem que conhecem a Deus, mas o que eles fazem mostra que isso não é verdade. Estão cheios de ódio, são rebeldes e não são capazes de fazem nenhuma coisa boa (Tt. 1. 16).
Lutero era alguém consciente dessa realidade. Ele registrou em seus diários que, nos momentos em que ele tinha mais coisas a fazer e que as necessidades de ação eram mais prementes, ele necessitava orar mais. Nos dias mais atarefados, Lutero dizia que era incapaz de trabalhar sem que passasse pelo menos três horas em oração. Na vida dele, quanto mais atividades fosse preciso realizar, mais tempo era preciso passar usufruindo a companhia e a intimidade de Jesus. Se não fosse assim, o ativismo tornaria sua vida cristã pura aparência. A fonte da vida com Cristo é a necessidade de andar com Cristo intimamente.
Comunhão e intimidade. As coisas necessárias para a vida cristã. As únicas. Por isso, são os desejos que mais tomam a minha mente e o meu coração nos últimos dias. O Senhor nos deseja aprofundando a nossa vida cristã a partir do aprofundamento de nossa vida na comunhão com o Senhor. Se não andarmos com Jesus, nossa vida será aparência. Mesmo que digamos que conhecemos a Jesus, nossos atos vão provar que mentimos.
Por isso, o desafio do Senhor é que deixemos de ser Martas e passemos a ser Marias. Escolhendo a melhor parte, sentar com o Senhor, aprender com Ele, gozar da Sua intimidade e fluir na Sua vida. Esta é a única coisa que nos é necessária.
17.6.05
Sobre bênçãos
Eu afirmo a vocês que isto é verdade: vocês estão me procurando porque comeram os pães e ficaram satisfeitos e não porque entenderam os meus milagres.
João 6. 26.
O que você está procurando em sua relação com Deus? O que fundamenta seu compromisso com Jesus? O capítulo 6 do evangelho de João é muito interessante. Pouco depois de ter efetuado o milagre de multiplicar pães e peixes para alimentar uma multidão, Jesus é procurado ansiosamente por essa mesma multidão. Os discípulos atravessaram mais cedo o lago, Jesus foi mais tarde, andando por sobre as águas. No outro dia, pela manhã, o povo não consegue entender como Jesus chegou ali, já que só havia um barco e todos viram que Jesus não embarcara nele. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: vocês estão me procurando porque comeram os pães e ficaram satisfeitos e não porque entenderam os meus milagres.
Nos cultos de minha igreja, tradicionalmente, temos um momento de oração por problemas pessoais. Convidamos os irmãos para virem à frente, a fim de que se façam orações em favor das causas que estão sendo postas nas mãos do Senhor. Muitos irmãos têm pedido e alcançado milagres de Deus. Muitos irmãos têm buscado ansiosamente milagres. Mas o que será que nos motiva nessa busca?
Nossa igreja, também, possui um culto de segunda a sexta, ao meio dia, chamado Culto do Refrigério. A igreja é bem localizada no centro de Natal e a idéia deste culto é abrir um espaço para alcançar as pessoas que trabalham e se deslocam pelo centro da cidade. Nesse culto, muitos são os que procuram, ansiosos, um milagre de Deus.
Querer milagres não é problema. O problema é reduzir a vida com Cristo aos milagres que desejamos e que Cristo nos dá. Somos, muitas vezes, como aquela da multidão que não buscava Jesus, mas sim os milagres que o Senhor era capaz de produzir. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: vocês estão me procurando porque comeram os pães e ficaram satisfeitos e não porque entenderam os meus milagres. O sentido dos milagres sempre foi e sempre será revelar a glória de Deus e conduzir o homem a uma relação mais íntima e pessoal com o Senhor Vivo. Estamos nos esquecendo e desconhecendo este sentido. Olhamos as mãos que nos abençoam e os bens que nos são dados, enquanto temos esquecido o Abençoador. Esquecemos que Deus é, realmente, galardoador, mas é galardoador dos que O buscam. O fundamental é buscar o Senhor e o entendimento da Sua comunhão e intimidade.
É disso que fala o restante do capítulo 6. Não trabalhem a fim de conseguir a comida que se estraga, mas a fim de conseguir a comida que dura para a vida eterna. Não devemos nos esforçar pelas bênçãos fugazes e passageiras em primeiro lugar, como se essas bênçãos fossem capazes de fundamentar nossa relação com Deus. O que Jesus requer é que creiamos nEle, que é o Pão do Céu, que dá vida ao mundo. Nossa relação com Jesus há de se fundamentar em acreditarmos que Ele é Quem alega ser: Aqui está o Pão do Céu; e quem comer desse Pão nunca morrerá (...) se vocês não comerem a carne do Filho do homem e não beberem o seu sangue, vocês não terão vida (Jo. 6. 50 e 53).
Comer e beber de Jesus é manifestação da comunhão mais íntima inimaginável com Ele. É parte de uma entrega absoluta a um relacionamento profundo e transformador com o Deus Triúno. É tomar parte do ser e da natureza de Deus, através dessa relação de profunda intimidade.
Quem participa do ser e da natureza de Jesus é quem pode ter vida plena e abundante. É quem entende que a vida com Deus é mais que os milagres que Ele é capaz de fazer para Sua glória. A vida abundante é resultado da imersão total na presença amorosa dos rios do Espírito Santo e do próprio Jesus. A vida plena é partilhar a natureza de Jesus, partilhar a vida dEle.
Esse chamado radical à profunda e intensa comunhão com Jesus assusta. Nem todos conseguem permanecer quando compreendem a dimensão de tanta radicalidade. O que Ele ensina é muito difícil! Quem pode aceitar esses ensinamentos? (Jo. 6. 60). É um chamado a entendermos o que tem fundamentado a nossa relação com Jesus e, diante disso, percebermos se isto está de acordo com aquilo que o próprio Senhor requer de nós. Nós estamos procurando por Jesus ou por Seus milagres? João diz que muitos seguidores de Jesus O abandonaram depois desses acontecimentos. Jesus, então, se voltou para o grupo dos doze e lhes perguntou se não iriam embora. Quem é que vamos seguir? O Senhor tem as palavras que dão vida eterna! E nós cremos e sabemos que o Senhor é o Santo que Deus enviou (Jo. 6. 68).
O que você está procurando em sua relação com Deus? O que fundamenta seu compromisso com Jesus? O desejo de meu coração é que cada um de nós possa, com convicção, assumir para si a resposta de Pedro. E possamos compreender que nossa busca e nosso anseio precisam ser por Jesus e não por aquilo que Ele pode nos fazer. Ele é a Fonte de Nossa Vida. O Pão do Céu, de Quem devemos comer a carne e beber o sangue, em comunhão preciosa, todos os dias.
João 6. 26.
O que você está procurando em sua relação com Deus? O que fundamenta seu compromisso com Jesus? O capítulo 6 do evangelho de João é muito interessante. Pouco depois de ter efetuado o milagre de multiplicar pães e peixes para alimentar uma multidão, Jesus é procurado ansiosamente por essa mesma multidão. Os discípulos atravessaram mais cedo o lago, Jesus foi mais tarde, andando por sobre as águas. No outro dia, pela manhã, o povo não consegue entender como Jesus chegou ali, já que só havia um barco e todos viram que Jesus não embarcara nele. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: vocês estão me procurando porque comeram os pães e ficaram satisfeitos e não porque entenderam os meus milagres.
Nos cultos de minha igreja, tradicionalmente, temos um momento de oração por problemas pessoais. Convidamos os irmãos para virem à frente, a fim de que se façam orações em favor das causas que estão sendo postas nas mãos do Senhor. Muitos irmãos têm pedido e alcançado milagres de Deus. Muitos irmãos têm buscado ansiosamente milagres. Mas o que será que nos motiva nessa busca?
Nossa igreja, também, possui um culto de segunda a sexta, ao meio dia, chamado Culto do Refrigério. A igreja é bem localizada no centro de Natal e a idéia deste culto é abrir um espaço para alcançar as pessoas que trabalham e se deslocam pelo centro da cidade. Nesse culto, muitos são os que procuram, ansiosos, um milagre de Deus.
Querer milagres não é problema. O problema é reduzir a vida com Cristo aos milagres que desejamos e que Cristo nos dá. Somos, muitas vezes, como aquela da multidão que não buscava Jesus, mas sim os milagres que o Senhor era capaz de produzir. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: vocês estão me procurando porque comeram os pães e ficaram satisfeitos e não porque entenderam os meus milagres. O sentido dos milagres sempre foi e sempre será revelar a glória de Deus e conduzir o homem a uma relação mais íntima e pessoal com o Senhor Vivo. Estamos nos esquecendo e desconhecendo este sentido. Olhamos as mãos que nos abençoam e os bens que nos são dados, enquanto temos esquecido o Abençoador. Esquecemos que Deus é, realmente, galardoador, mas é galardoador dos que O buscam. O fundamental é buscar o Senhor e o entendimento da Sua comunhão e intimidade.
É disso que fala o restante do capítulo 6. Não trabalhem a fim de conseguir a comida que se estraga, mas a fim de conseguir a comida que dura para a vida eterna. Não devemos nos esforçar pelas bênçãos fugazes e passageiras em primeiro lugar, como se essas bênçãos fossem capazes de fundamentar nossa relação com Deus. O que Jesus requer é que creiamos nEle, que é o Pão do Céu, que dá vida ao mundo. Nossa relação com Jesus há de se fundamentar em acreditarmos que Ele é Quem alega ser: Aqui está o Pão do Céu; e quem comer desse Pão nunca morrerá (...) se vocês não comerem a carne do Filho do homem e não beberem o seu sangue, vocês não terão vida (Jo. 6. 50 e 53).
Comer e beber de Jesus é manifestação da comunhão mais íntima inimaginável com Ele. É parte de uma entrega absoluta a um relacionamento profundo e transformador com o Deus Triúno. É tomar parte do ser e da natureza de Deus, através dessa relação de profunda intimidade.
Quem participa do ser e da natureza de Jesus é quem pode ter vida plena e abundante. É quem entende que a vida com Deus é mais que os milagres que Ele é capaz de fazer para Sua glória. A vida abundante é resultado da imersão total na presença amorosa dos rios do Espírito Santo e do próprio Jesus. A vida plena é partilhar a natureza de Jesus, partilhar a vida dEle.
Esse chamado radical à profunda e intensa comunhão com Jesus assusta. Nem todos conseguem permanecer quando compreendem a dimensão de tanta radicalidade. O que Ele ensina é muito difícil! Quem pode aceitar esses ensinamentos? (Jo. 6. 60). É um chamado a entendermos o que tem fundamentado a nossa relação com Jesus e, diante disso, percebermos se isto está de acordo com aquilo que o próprio Senhor requer de nós. Nós estamos procurando por Jesus ou por Seus milagres? João diz que muitos seguidores de Jesus O abandonaram depois desses acontecimentos. Jesus, então, se voltou para o grupo dos doze e lhes perguntou se não iriam embora. Quem é que vamos seguir? O Senhor tem as palavras que dão vida eterna! E nós cremos e sabemos que o Senhor é o Santo que Deus enviou (Jo. 6. 68).
O que você está procurando em sua relação com Deus? O que fundamenta seu compromisso com Jesus? O desejo de meu coração é que cada um de nós possa, com convicção, assumir para si a resposta de Pedro. E possamos compreender que nossa busca e nosso anseio precisam ser por Jesus e não por aquilo que Ele pode nos fazer. Ele é a Fonte de Nossa Vida. O Pão do Céu, de Quem devemos comer a carne e beber o sangue, em comunhão preciosa, todos os dias.
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