1.7.05
Viagem
Esta noite estou viajando para São Paulo. Por este motivo, não postarei novos textos até minha volta, em 11 de julho. Um abraço e que Deus os abençoe.
Sobre medos
Quem não terá medo de Ti, Senhor?
Apocalipse 15. 4.
Boa parte dos nossos medos são irracionais. Descobri isso na pele quando sofri mais intensamente da Síndrome do Pânico. As crises de ansiedade e os pavores noturnos, sem razão de ser, eram desesperadores ao mesmo tempo em que me ensinaram muito a respeito da irracionalidade de nossos medos. Por mais que eu soubesse que não havia razão, não podia deixar de sofrer.
Muitos têm esses medos estranhos e irracionais. Minha tia, por exemplo, perde o controle por medo de baratas. Aliás, ela se arrepia só em ler o nome do inseto. E esse medo é profundamente irracional: quem tem razão de ter medo: nós ou a barata? Quem representa a maior ameaça?
Dia desses tive um sonho que ficou esquecido alguns dias. Ontem, eu o relembrei. Sonhei que estava andando em uma rua qualquer e um cão, dos mais violentos, pulando que nem mola, saltava para fora de sua casa e vinha atacar meu pescoço. Era apenas um sonho, mas acordei apavorado. E fiquei pensando em como eu, por muito tempo, tive um medo irracional por cachorros, que vitimava, inclusive, as raças mais dóceis, como os poodles.
Ontem à noite fui assistir Batman Begins com minha mãe. E o filme apresenta alguns diálogos interessantes sobre a questão do medo. Os morcegos atacam porque estão com medo. E o medo do homem, nesse caso, é mais uma vez, desproporcional e irracional.
Toda essa conversa sobre medo chega a mim hoje. Esta noite estou embarcando até São Paulo. Vou participar de um congresso na Unicamp. Por muitos meses, antes desta data, fiquei preocupado em como evitar uma crise de pânico ou ansiedade, a bordo do avião da TAM. Esta idéia é tradução do medo de ter medo. Que termina sendo mais paralisante ainda. E é o mais irracional dos medos, porque vem antes de qualquer ação ou acontecimento. Como posso ter medo de algo que ainda não aconteceu?
Os nossos medos ficam ainda mais irracionais se nos deparamos com o Deus que se revela na Bíblia. Quem não terá medo de Ti, Senhor? Quem não vai querer anunciar a Sua glória? Pois só Tu és santo (Ap. 15. 4). O Deus da Bíblia é o Deus Todo-Poderoso, o Deus Santo, Deus de toda Glória. Haverá algo que Ele não poderá fazer? Ele é o Deus da Criação. Haverá milagre que Ele não pode realizar? Diante do Deus que é santo, o medo não resiste. Aliás, qualquer medo, por mais concreta que seja a ameaça, passa a ser puramente irracional.
A ameaça pode ser um diagnóstico. Diante desta ameaça precisamos colocar o nosso Deus, a Quem servimos e amamos. O Deus Todo-Poderoso por reverter qualquer diagnóstico. Nesta manhã, por exemplo, encontrei uma grande amiga que havia descoberto um tumor há poucas semanas. Estávamos muitos orando por ela. O diagnóstico, praticamente certo, era de câncer inoperável. Ela demonstrava não estar temendo o diagnóstico, mas muitos estavam com medo. Terça-feira ela recebeu o diagnóstico. E não era câncer. Diante do Senhor, que medo pode prevalecer?
O momento em que está sendo escrito o Apocalipse é de perseguição contra a igreja. Muitos cristãos estão sendo mortos. Muito provavelmente, há medo no meio do povo. Medo de ser morto, medo de ser martirizado. É nesse contexto que Jesus se revela a João como o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, o que tem a história toda em Suas mãos. Ele é o Senhor, o Dono de tudo. Algum medo seria racional para os que são amados por Ele, cuidados por Ele, guardados por Ele? Não tenham medo do que vocês vão sofrer. Escutem! O Diabo vai pôr na prisão alguns de vocês para que sejam provados e sofram durante dez dias. Sejam fiéis, mesmo que tenham de morrer, e, como prêmio da vitória, eu lhes darei a vida (Ap. 2. 10). Servimos ao Deus do universo, que tem tudo em Suas mãos. Mais que isso: Ele é o nosso Aba, nosso Paizinho (Rm. 8. 15). Ele cuida de nós, podemos estar certos disso. Algum medo pode ser racional na presença dEle?
Quem não terá medo de Ti, Senhor?
Se cremos integralmente em Deus e confiamos no Seu cuidado Eterno por nossas vidas qualquer medo é contraditório e irracional. Se o Deus do Universo cuida de nós, a quê temeremos? Se o Digno de Louvor, Temor e Adoração é o nosso Paizinho, de quem teremos medo? O Senhor Deus é minha luz e minha salvação; de quem terei medo? O Senhor me livra de todo perigo; não ficarei com medo de ninguém (Sl. 27. 1).
Apocalipse 15. 4.
Boa parte dos nossos medos são irracionais. Descobri isso na pele quando sofri mais intensamente da Síndrome do Pânico. As crises de ansiedade e os pavores noturnos, sem razão de ser, eram desesperadores ao mesmo tempo em que me ensinaram muito a respeito da irracionalidade de nossos medos. Por mais que eu soubesse que não havia razão, não podia deixar de sofrer.
Muitos têm esses medos estranhos e irracionais. Minha tia, por exemplo, perde o controle por medo de baratas. Aliás, ela se arrepia só em ler o nome do inseto. E esse medo é profundamente irracional: quem tem razão de ter medo: nós ou a barata? Quem representa a maior ameaça?
Dia desses tive um sonho que ficou esquecido alguns dias. Ontem, eu o relembrei. Sonhei que estava andando em uma rua qualquer e um cão, dos mais violentos, pulando que nem mola, saltava para fora de sua casa e vinha atacar meu pescoço. Era apenas um sonho, mas acordei apavorado. E fiquei pensando em como eu, por muito tempo, tive um medo irracional por cachorros, que vitimava, inclusive, as raças mais dóceis, como os poodles.
Ontem à noite fui assistir Batman Begins com minha mãe. E o filme apresenta alguns diálogos interessantes sobre a questão do medo. Os morcegos atacam porque estão com medo. E o medo do homem, nesse caso, é mais uma vez, desproporcional e irracional.
Toda essa conversa sobre medo chega a mim hoje. Esta noite estou embarcando até São Paulo. Vou participar de um congresso na Unicamp. Por muitos meses, antes desta data, fiquei preocupado em como evitar uma crise de pânico ou ansiedade, a bordo do avião da TAM. Esta idéia é tradução do medo de ter medo. Que termina sendo mais paralisante ainda. E é o mais irracional dos medos, porque vem antes de qualquer ação ou acontecimento. Como posso ter medo de algo que ainda não aconteceu?
Os nossos medos ficam ainda mais irracionais se nos deparamos com o Deus que se revela na Bíblia. Quem não terá medo de Ti, Senhor? Quem não vai querer anunciar a Sua glória? Pois só Tu és santo (Ap. 15. 4). O Deus da Bíblia é o Deus Todo-Poderoso, o Deus Santo, Deus de toda Glória. Haverá algo que Ele não poderá fazer? Ele é o Deus da Criação. Haverá milagre que Ele não pode realizar? Diante do Deus que é santo, o medo não resiste. Aliás, qualquer medo, por mais concreta que seja a ameaça, passa a ser puramente irracional.
A ameaça pode ser um diagnóstico. Diante desta ameaça precisamos colocar o nosso Deus, a Quem servimos e amamos. O Deus Todo-Poderoso por reverter qualquer diagnóstico. Nesta manhã, por exemplo, encontrei uma grande amiga que havia descoberto um tumor há poucas semanas. Estávamos muitos orando por ela. O diagnóstico, praticamente certo, era de câncer inoperável. Ela demonstrava não estar temendo o diagnóstico, mas muitos estavam com medo. Terça-feira ela recebeu o diagnóstico. E não era câncer. Diante do Senhor, que medo pode prevalecer?
O momento em que está sendo escrito o Apocalipse é de perseguição contra a igreja. Muitos cristãos estão sendo mortos. Muito provavelmente, há medo no meio do povo. Medo de ser morto, medo de ser martirizado. É nesse contexto que Jesus se revela a João como o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, o que tem a história toda em Suas mãos. Ele é o Senhor, o Dono de tudo. Algum medo seria racional para os que são amados por Ele, cuidados por Ele, guardados por Ele? Não tenham medo do que vocês vão sofrer. Escutem! O Diabo vai pôr na prisão alguns de vocês para que sejam provados e sofram durante dez dias. Sejam fiéis, mesmo que tenham de morrer, e, como prêmio da vitória, eu lhes darei a vida (Ap. 2. 10). Servimos ao Deus do universo, que tem tudo em Suas mãos. Mais que isso: Ele é o nosso Aba, nosso Paizinho (Rm. 8. 15). Ele cuida de nós, podemos estar certos disso. Algum medo pode ser racional na presença dEle?
Quem não terá medo de Ti, Senhor?
Se cremos integralmente em Deus e confiamos no Seu cuidado Eterno por nossas vidas qualquer medo é contraditório e irracional. Se o Deus do Universo cuida de nós, a quê temeremos? Se o Digno de Louvor, Temor e Adoração é o nosso Paizinho, de quem teremos medo? O Senhor Deus é minha luz e minha salvação; de quem terei medo? O Senhor me livra de todo perigo; não ficarei com medo de ninguém (Sl. 27. 1).
30.6.05
O amor do Senhor não se acaba
Mas a esperança volta quando penso no seguinte: O amor do Senhor Deus não se acaba e a Sua bondade não tem fim. Esse amor e essa bondade são novos todas as manhãs; e como é grande a fidelidade do Senhor!
Lamentações 3. 21 – 23
Chico Buarque traduziu um sentimento que muitas vezes nos alcança como ser humano em uma das suas composições mais conhecidas: Tem dias que a gente se sente/ Como quem partiu ou morreu/ A gente estancou de repente/ Ou foi o mundo então que cresceu/ A gente quer ter voz ativa/ No nosso destino mardar/ Mas eis que chega a roda viva/ E carrega o destino prá lá (Roda Viva). Vez por outra, somos de tal maneira abatidos, que parece que apenas nos resta ficarmos imóveis. O mundo cresceu de mais a nossa volta. Perdemos o controle das coisas. A gente se sente como quem partiu ou morreu.
Hoje eu me senti assim, um tanto impotente diante das coisas. Comecei o dia em um cemitério. O pai de uma irmã lá da igreja em que presto assistência no interior do estado faleceu ontem. Pela manhã, fomos até o enterro. O homem tinha apenas 63 anos, mas era bastante doente. Fiquei curioso de perceber como os mais pobres e humildes encaram a morte de uma maneira completamente diferente, com suas crendices e costumes. A principal diferença era de espírito. A sensação que me dava é que as pessoas já estão tão habituadas ao sofrimento que a morte, mesmo de um ente querido, não lhes abala tanto quanto costuma mexer em nossas vidas de classe média. Mas, de qualquer forma, é triste um enterro. É um momento de profunda impotência. Um momento de dor, quando o mundo parece parar e crescer de repente. É doloroso e triste encarar a morte assim de frente.
Nessa situação, penso no que escreve o profeta no livro de Lamentações. É um momento de muita dor, de destruição, de morte. É um momento de tristeza profunda, inclusive pessoalmente para o próprio Jeremias. Apesar disso, ele é capaz de falar algo que nos aponta a certeza de que paz, alegria e escape são possíveis nos momentos de maior tristeza: Mas a esperança volta quando penso no seguinte: O amor do Senhor Deus não se acaba e a Sua bondade não tem fim. Esse amor e essa bondade são novos todas as manhãs; e como é grande a fidelidade do Senhor!
O capítulo 3 de Lamentações descreve uma situação difícil que o profeta enfrenta, em meio a destruição que Jerusalém passou. O mais interessante é que Jeremias não tributa esse mal a nenhuma outra causa, que não o Senhor. Vários versículo mostram um homem profundamente convicto de que o Senhor controla cada aspecto de sua vida. Que nada acontece com Ele fora da vontade de Deus. Mas, que, por vezes, Deus se vê obrigado a tratá-lo de maneira mais dura, causar-lhe dor e sofrimento, a fim de que se coloque, novamente, no centro de Sua vontade.
Parece que no agir para moldar o caráter de Seu servo, Deus está mostrando que não mede esforços. Não nos poupará de nenhuma tristeza ou sofrimento, se isso puder fazer-nos ser exatamente aquilo que Ele quer. Toda tristeza que pode nos fazer sentir perdidos, impotentes, vazios, como mortos, podem ser instrumentos do Senhor para nos fazer o que é Seu projeto. A confissão de Jeremias é bastante dura e honesta: Eu sou aquele que sabe o que é sofrer os golpes da ira de Deus. Ele me levou para a escuridão e me fez andar por caminhos sem luz. Com Sua mão, me bateu várias vezes, o dia inteiro. (...) Em volta de mim, Ele construiu um muro de sofrimento e amargura. Ele me fez morar na escuridão, como se eu estivesse morto há muito tempo. Deus me amarrou com pesadas correntes; estou na prisão e não posso escapar. (...) Não posso seguir em frente, pois, com grandes blocos de pedra, Ele fechou o meu caminho. (...) Ele me afastou do caminho, me fez em pedaços e depois me abandonou. (...) Eu lembro da minha tristeza e solidão, das amarguras e dos sofrimentos. Penso sempre nisso e fico abatido (Lm. 3. 1 – 3; 5 – 7, 9, 11, 19 – 20).
Quem pôs o profeta em situação de se sentir perdido? Quem o fez se sentir como quem já partiu ou morreu? Quem lhe colocou essa tristeza de morte no seu coração? A resposta do profeta é única: foi o Senhor. Mas não fez isso com prazer nem sem propósito. Quando Deus nos faz sofrer, devemos ficar sozinhos, pacientes e em silêncio. Devemos nos curvar, humildes, pois ainda pode haver esperança. (...) Não é com prazer que Ele nos causa sofrimento ou dor (Lm. 3. 28 – 29; 33).
Diante de um quadro como esse, em que sofrimento e dor, mesmo que não saibamos como, são provocados por Deus, com um propósito bem definido de Sua parte, só nos resta termos a confiança de que, apesar de tudo, Seu amor nunca acaba. Esta é a mensagem central do desabafo de Jeremias. E é o conforto que Deus quer nos trazer quando nos sentimos perdidos, abatidos, como quem já morreu. Quando a dor, a tristeza e o sofrimento nos abalam terrivelmente. Mas a esperança volta quando penso no seguinte: O amor do Senhor Deus não se acaba e a Sua bondade não tem fim. Esse amor e essa bondade são novos todas as manhãs; e como é grande a fidelidade do Senhor!
Lamentações 3. 21 – 23
Chico Buarque traduziu um sentimento que muitas vezes nos alcança como ser humano em uma das suas composições mais conhecidas: Tem dias que a gente se sente/ Como quem partiu ou morreu/ A gente estancou de repente/ Ou foi o mundo então que cresceu/ A gente quer ter voz ativa/ No nosso destino mardar/ Mas eis que chega a roda viva/ E carrega o destino prá lá (Roda Viva). Vez por outra, somos de tal maneira abatidos, que parece que apenas nos resta ficarmos imóveis. O mundo cresceu de mais a nossa volta. Perdemos o controle das coisas. A gente se sente como quem partiu ou morreu.
Hoje eu me senti assim, um tanto impotente diante das coisas. Comecei o dia em um cemitério. O pai de uma irmã lá da igreja em que presto assistência no interior do estado faleceu ontem. Pela manhã, fomos até o enterro. O homem tinha apenas 63 anos, mas era bastante doente. Fiquei curioso de perceber como os mais pobres e humildes encaram a morte de uma maneira completamente diferente, com suas crendices e costumes. A principal diferença era de espírito. A sensação que me dava é que as pessoas já estão tão habituadas ao sofrimento que a morte, mesmo de um ente querido, não lhes abala tanto quanto costuma mexer em nossas vidas de classe média. Mas, de qualquer forma, é triste um enterro. É um momento de profunda impotência. Um momento de dor, quando o mundo parece parar e crescer de repente. É doloroso e triste encarar a morte assim de frente.
Nessa situação, penso no que escreve o profeta no livro de Lamentações. É um momento de muita dor, de destruição, de morte. É um momento de tristeza profunda, inclusive pessoalmente para o próprio Jeremias. Apesar disso, ele é capaz de falar algo que nos aponta a certeza de que paz, alegria e escape são possíveis nos momentos de maior tristeza: Mas a esperança volta quando penso no seguinte: O amor do Senhor Deus não se acaba e a Sua bondade não tem fim. Esse amor e essa bondade são novos todas as manhãs; e como é grande a fidelidade do Senhor!
O capítulo 3 de Lamentações descreve uma situação difícil que o profeta enfrenta, em meio a destruição que Jerusalém passou. O mais interessante é que Jeremias não tributa esse mal a nenhuma outra causa, que não o Senhor. Vários versículo mostram um homem profundamente convicto de que o Senhor controla cada aspecto de sua vida. Que nada acontece com Ele fora da vontade de Deus. Mas, que, por vezes, Deus se vê obrigado a tratá-lo de maneira mais dura, causar-lhe dor e sofrimento, a fim de que se coloque, novamente, no centro de Sua vontade.
Parece que no agir para moldar o caráter de Seu servo, Deus está mostrando que não mede esforços. Não nos poupará de nenhuma tristeza ou sofrimento, se isso puder fazer-nos ser exatamente aquilo que Ele quer. Toda tristeza que pode nos fazer sentir perdidos, impotentes, vazios, como mortos, podem ser instrumentos do Senhor para nos fazer o que é Seu projeto. A confissão de Jeremias é bastante dura e honesta: Eu sou aquele que sabe o que é sofrer os golpes da ira de Deus. Ele me levou para a escuridão e me fez andar por caminhos sem luz. Com Sua mão, me bateu várias vezes, o dia inteiro. (...) Em volta de mim, Ele construiu um muro de sofrimento e amargura. Ele me fez morar na escuridão, como se eu estivesse morto há muito tempo. Deus me amarrou com pesadas correntes; estou na prisão e não posso escapar. (...) Não posso seguir em frente, pois, com grandes blocos de pedra, Ele fechou o meu caminho. (...) Ele me afastou do caminho, me fez em pedaços e depois me abandonou. (...) Eu lembro da minha tristeza e solidão, das amarguras e dos sofrimentos. Penso sempre nisso e fico abatido (Lm. 3. 1 – 3; 5 – 7, 9, 11, 19 – 20).
Quem pôs o profeta em situação de se sentir perdido? Quem o fez se sentir como quem já partiu ou morreu? Quem lhe colocou essa tristeza de morte no seu coração? A resposta do profeta é única: foi o Senhor. Mas não fez isso com prazer nem sem propósito. Quando Deus nos faz sofrer, devemos ficar sozinhos, pacientes e em silêncio. Devemos nos curvar, humildes, pois ainda pode haver esperança. (...) Não é com prazer que Ele nos causa sofrimento ou dor (Lm. 3. 28 – 29; 33).
Diante de um quadro como esse, em que sofrimento e dor, mesmo que não saibamos como, são provocados por Deus, com um propósito bem definido de Sua parte, só nos resta termos a confiança de que, apesar de tudo, Seu amor nunca acaba. Esta é a mensagem central do desabafo de Jeremias. E é o conforto que Deus quer nos trazer quando nos sentimos perdidos, abatidos, como quem já morreu. Quando a dor, a tristeza e o sofrimento nos abalam terrivelmente. Mas a esperança volta quando penso no seguinte: O amor do Senhor Deus não se acaba e a Sua bondade não tem fim. Esse amor e essa bondade são novos todas as manhãs; e como é grande a fidelidade do Senhor!
29.6.05
Fome e sede
Aquele que tem sede venha. E quem quiser receba de graça da água da vida.
Apocalipse 22. 17

Esta é uma das fotos mais famosas do mundo, apesar de eu ter certeza que muitos de nós jamais a viram. Talvez seja a representação mais vívida da miséria que o ser humano conseguiu registrar. E de uma miséria mais profunda que a fome e a sede.
Era o início dos anos 90. O país era o Sudão. O fotógrafo era o sul-africano Kevin Carter, de 33 anos. Com essa foto ele ganhou o prêmio Pulitzer em 1994. Por essa foto, ele se suicidou seis meses depois.
Aqui, está retratada a miséria humana. Um abutre aguarda, pacientemente, a morte desta pequena menininha, faminta e sedenta, abandonada, não à própria sorte, mas à própria morte. Obviamente, vamos nos perguntando sobre o que teria acontecido aos seus parentes, à sua família. Pela sua situação, não é difícil imaginar que não tenham escapado de destino semelhante ao dela. Em poucos minutos, ela estaria morta e seria banquete do abutre.
Dificilmente alguma imagem revelaria tão cruamente a miséria humana. A pobreza, a fome, a sede, a exploração, o mal, enfim, do coração humano se revelam quando imaginamos que nós, seres humanos, somos capazes de permitir que tragédias assim se repitam e aconteçam a todo tempo, em toda parte. Dificilmente alguma outra imagem seria tão cruel a ponto de revelar assim o terrível pecado que impregnou a nossa natureza.
Mas aqui há outra miséria revelada. A do fotógrafo. Ela se traduz de duas maneiras. Primeiro: como deve ter se sentido miserável este homem que faturou e foi premiado em cima da morte e da tragédia! Registrar essa cena é peso demais para qualquer coração humano, que só pode aumentar quando o produto desta cena é vendido e confere retorno e notoriedade ao autor.
Por outro lado, a pior miséria de Kevin Carter foi constatar a sua impotência para salvar aquela menininha do abutre que a assediava e da fome que a matava. Além de faturar sobre a tragédia, ele testemunhou a cruel morte que a miséria provoca. Sem poder fazer muita coisa para impedir. Seu coração se tornara, então, tão miserável quanto aquela cena que ele registrava.
O cúmulo do sofrimento e da depressão de Carter foi a premiação com o Pulitzer por causa daquela tragédia. Meses depois, ele deu cabo da própria vida. Vida que ficara muito pesada, carregada de toda a miséria que ele vivenciou e imprimiu no peito e na alma.
Aquele que tem sede venha. E quem quiser receba de graça da água da vida. Só uma coisa poderia transformar esta tragédia toda, tanto a de Carter, quanto a da menina sudanesa: só o amor de Jesus. E aqui não se trata de nenhuma proposta utópica ou espiritualista. É preciso que testemunhemos esse amor que julgamos ter por nossas palavras e por nossos atos.
Só o amor de Jesus pode nos conduzir à ação de mudança do quadro terrível de miséria em que muitos adultos e crianças como aquela menininha, se encontram. Não serve ao cristão a desculpa proposta pela evangelização “pé na cova”, que só se importa com o Reino Vindouro, com a Nova Jerusalém, acreditando que a solução de tudo e a mudança do mundo não podem ser, de forma nenhuma, experimentados e promovidos pelo ministério vivo dos cristãos, embaixadores de Cristo. Precisamos olhar para miséria e fixarmos os nossos olhos nela a fim de lutar para diminuí-la. E não mais olhar para ela, desviando nossos olhos para a glória, na ansiosa expectativa de ser recebido no céu, fugindo de nossos compromissos. Estamos aqui para transformar o mundo. O mundo miserável precisa conhecer o convite: Aquele que tem sede venha. E quem quiser receba de graça da água da vida.
Existe, também, muita gente vivendo no desespero de Kevin Carter. Precisamos mostrar a essas pessoas que ainda há esperança no amor de Deus, que desfaz todo desespero. Tais pessoas precisam e podem se deparar com a realidade do convite: Aquele que tem sede venha. E quem quiser receba de graça da água da vida. E, apesar de toda a miséria que encontra no mundo e que se encontra no coração, podem encontrar a vida, no meio da morte, que Jesus dá ao que crê.
A miséria, a fome e a sede, materiais ou espirituais, podem ser vencidas por Jesus. Por nós, seus embaixadores. É só lembrar do convite: Aquele que tem sede venha. E quem quiser receba de graça da água da vida.
Apocalipse 22. 17

Esta é uma das fotos mais famosas do mundo, apesar de eu ter certeza que muitos de nós jamais a viram. Talvez seja a representação mais vívida da miséria que o ser humano conseguiu registrar. E de uma miséria mais profunda que a fome e a sede.
Era o início dos anos 90. O país era o Sudão. O fotógrafo era o sul-africano Kevin Carter, de 33 anos. Com essa foto ele ganhou o prêmio Pulitzer em 1994. Por essa foto, ele se suicidou seis meses depois.
Aqui, está retratada a miséria humana. Um abutre aguarda, pacientemente, a morte desta pequena menininha, faminta e sedenta, abandonada, não à própria sorte, mas à própria morte. Obviamente, vamos nos perguntando sobre o que teria acontecido aos seus parentes, à sua família. Pela sua situação, não é difícil imaginar que não tenham escapado de destino semelhante ao dela. Em poucos minutos, ela estaria morta e seria banquete do abutre.
Dificilmente alguma imagem revelaria tão cruamente a miséria humana. A pobreza, a fome, a sede, a exploração, o mal, enfim, do coração humano se revelam quando imaginamos que nós, seres humanos, somos capazes de permitir que tragédias assim se repitam e aconteçam a todo tempo, em toda parte. Dificilmente alguma outra imagem seria tão cruel a ponto de revelar assim o terrível pecado que impregnou a nossa natureza.
Mas aqui há outra miséria revelada. A do fotógrafo. Ela se traduz de duas maneiras. Primeiro: como deve ter se sentido miserável este homem que faturou e foi premiado em cima da morte e da tragédia! Registrar essa cena é peso demais para qualquer coração humano, que só pode aumentar quando o produto desta cena é vendido e confere retorno e notoriedade ao autor.
Por outro lado, a pior miséria de Kevin Carter foi constatar a sua impotência para salvar aquela menininha do abutre que a assediava e da fome que a matava. Além de faturar sobre a tragédia, ele testemunhou a cruel morte que a miséria provoca. Sem poder fazer muita coisa para impedir. Seu coração se tornara, então, tão miserável quanto aquela cena que ele registrava.
O cúmulo do sofrimento e da depressão de Carter foi a premiação com o Pulitzer por causa daquela tragédia. Meses depois, ele deu cabo da própria vida. Vida que ficara muito pesada, carregada de toda a miséria que ele vivenciou e imprimiu no peito e na alma.
Aquele que tem sede venha. E quem quiser receba de graça da água da vida. Só uma coisa poderia transformar esta tragédia toda, tanto a de Carter, quanto a da menina sudanesa: só o amor de Jesus. E aqui não se trata de nenhuma proposta utópica ou espiritualista. É preciso que testemunhemos esse amor que julgamos ter por nossas palavras e por nossos atos.
Só o amor de Jesus pode nos conduzir à ação de mudança do quadro terrível de miséria em que muitos adultos e crianças como aquela menininha, se encontram. Não serve ao cristão a desculpa proposta pela evangelização “pé na cova”, que só se importa com o Reino Vindouro, com a Nova Jerusalém, acreditando que a solução de tudo e a mudança do mundo não podem ser, de forma nenhuma, experimentados e promovidos pelo ministério vivo dos cristãos, embaixadores de Cristo. Precisamos olhar para miséria e fixarmos os nossos olhos nela a fim de lutar para diminuí-la. E não mais olhar para ela, desviando nossos olhos para a glória, na ansiosa expectativa de ser recebido no céu, fugindo de nossos compromissos. Estamos aqui para transformar o mundo. O mundo miserável precisa conhecer o convite: Aquele que tem sede venha. E quem quiser receba de graça da água da vida.
Existe, também, muita gente vivendo no desespero de Kevin Carter. Precisamos mostrar a essas pessoas que ainda há esperança no amor de Deus, que desfaz todo desespero. Tais pessoas precisam e podem se deparar com a realidade do convite: Aquele que tem sede venha. E quem quiser receba de graça da água da vida. E, apesar de toda a miséria que encontra no mundo e que se encontra no coração, podem encontrar a vida, no meio da morte, que Jesus dá ao que crê.
A miséria, a fome e a sede, materiais ou espirituais, podem ser vencidas por Jesus. Por nós, seus embaixadores. É só lembrar do convite: Aquele que tem sede venha. E quem quiser receba de graça da água da vida.
28.6.05
Procuração
E tudo o que vocês fizerem ou disserem, façam em nome do Senhor Jesus e por meio dele agradeçam a Deus, o Pai.
Colossenses 3. 17
Alguns anos atrás, quando me mudei para morar em Fortaleza, precisei fazer uma procuração em nome de minha tia a fim de que ela pudesse resolver algumas questões, especialmente bancárias, que deixei pendentes. A partir do momento que assinamos e registramos aquele documento, minha tia estava autorizada em falar e agir em meu nome, nos casos descritos por aquele instrumento. Obviamente, ela procuraria não tomar decisões que eu não tomaria. Ela tentaria fazer aquilo que imaginava que eu faria. E, em caso de necessidade, me consultaria sempre antes de qualquer coisa. Assim deve agir um procurador, alguém que fala e age em nome de outra pessoa.
Paulo, ao escrever aos Colossenses, parece nos colocar na condição de procuradores de Cristo Jesus. Somos Seus representantes, Seus embaixadores. O que quer que façamos, fazemos em nome dEle. Não é o nosso nome que entra em jogo, mas o nome do Senhor. E tudo o que vocês fizerem ou disserem, façam em nome do Senhor Jesus e por meio dele agradeçam a Deus, o Pai. Fomos postos na terra como Seus legítimos representantes, autorizados a falar e fazer no lugar dEle. Fomos postos como Seus legítimos procuradores.
Existem algumas implicações desse nosso papel como procuradores de Jesus. Em primeiro lugar, os procuradores não devem tomar suas próprias decisões. Cada decisão é tomada e cada palavra é dita em lugar do representado. Obviamente, falando e agindo em lugar do representado, não há espaço para decisões ou falas pessoais. É preciso conhecer, portanto, qual a vontade do Representado em cada situação em que O representamos. É preciso conhecer que palavras Ele falaria nesses momentos. É preciso, em outras palavras, que nos rendamos aos limites que nosso papel impõe: nós não somos mais que procuradores agindo e falando em nome do Senhor.
Para sermos, portanto, bons procuradores temos que conhecer profundamente Aquele a quem representamos. Nosso conhecimento não pode ser superficial, muito menos nosso contato com Ele pode ser mínimo. Temos que conhecê-Lo em profundidade e termos a mais concreta intimidade com Ele, a fim de que possamos, sempre, estarmos cientes do que é Sua vontade e obedientes aos Seus propósitos. Afinal, muito mais que nossos nomes, é o nome do Senhor que está em jogo. Se dizermos que somos de Cristo, é preciso que vivamos em relação suficiente com Ele para que sejamos bons procuradores.
Bons procuradores conhecem o suficiente seus representados para que não tenham dúvidas acerca de suas vontades nos casos em que se encontram atuando. De modo semelhante, se nos pusermos na presença de Jesus como bons procuradores, não restarão muitas dúvidas acerca da melhor forma de representá-Lo em nossas palavras e ações.
No trecho da carta de Colossenses em questão, Paulo parece apontar o que é necessário viver para representarmos bem Aquele que nos amou e nos escolheu para Ele: Portanto, vistam-se de misericórdia, de bondade, de humildade, de delicadeza e de paciência. Não fiquem irritados uns com os outros e perdoem uns aos outros, caso alguém tenha alguma queixa contra outra pessoa. Assim, como o Senhor perdoou vocês, perdoem uns aos outros. E, acima de tudo, tenham amor, pois o amor une perfeitamente todas as coisas. E que a paz que Cristo dá dirija vocês nas suas decisões, pois foi para essa paz que Deus os chamou a fim de formarem um só corpo. E sejam agradecidos. Que a mensagem de Cristo, com toda a sua riqueza, viva no coração de vocês! Ensinem e instruam uns aos outros com toda a sabedoria. Cantem salmos, hinos e canções espirituais; louvem a Deus, com gratidão no coração (Cl. 3. 12 – 16).
Bons procuradores, também, possuem um bom canal de comunicação com seus representados. Sua comunicação é livre de todo obstáculo, de qualquer empecilho. No momento em que se faz necessário, é possível haver diálogo. No caso de nossa relação com Cristo principalmente, é preciso que, como Seus procuradores, tenhamos a disposição de consultá-Lo sempre e em qualquer situação, uma vez que estamos aqui para agir em Seu nome. Nosso canal de comunicação com Ele, por isso, precisa estar desimpedido a fim de que sempre possamos consultar a Sua vontade, que é boa, agradável e perfeita.
Enfim, como procuradores, devemos tentar agir da melhor maneira possível, de modo a que se manifeste em nós aquilo que Jesus revela de Si. A fim de que Seu poder transpareça. A fim de que Sua glória se manifeste. A fim de que seja Seu nome exaltado por nossas vidas e atuemos, dignamente, como Seus legítimos representantes na terra. E tudo o que vocês fizerem ou disserem, façam em nome do Senhor Jesus e por meio dele agradeçam a Deus, o Pai.
Colossenses 3. 17
Alguns anos atrás, quando me mudei para morar em Fortaleza, precisei fazer uma procuração em nome de minha tia a fim de que ela pudesse resolver algumas questões, especialmente bancárias, que deixei pendentes. A partir do momento que assinamos e registramos aquele documento, minha tia estava autorizada em falar e agir em meu nome, nos casos descritos por aquele instrumento. Obviamente, ela procuraria não tomar decisões que eu não tomaria. Ela tentaria fazer aquilo que imaginava que eu faria. E, em caso de necessidade, me consultaria sempre antes de qualquer coisa. Assim deve agir um procurador, alguém que fala e age em nome de outra pessoa.
Paulo, ao escrever aos Colossenses, parece nos colocar na condição de procuradores de Cristo Jesus. Somos Seus representantes, Seus embaixadores. O que quer que façamos, fazemos em nome dEle. Não é o nosso nome que entra em jogo, mas o nome do Senhor. E tudo o que vocês fizerem ou disserem, façam em nome do Senhor Jesus e por meio dele agradeçam a Deus, o Pai. Fomos postos na terra como Seus legítimos representantes, autorizados a falar e fazer no lugar dEle. Fomos postos como Seus legítimos procuradores.
Existem algumas implicações desse nosso papel como procuradores de Jesus. Em primeiro lugar, os procuradores não devem tomar suas próprias decisões. Cada decisão é tomada e cada palavra é dita em lugar do representado. Obviamente, falando e agindo em lugar do representado, não há espaço para decisões ou falas pessoais. É preciso conhecer, portanto, qual a vontade do Representado em cada situação em que O representamos. É preciso conhecer que palavras Ele falaria nesses momentos. É preciso, em outras palavras, que nos rendamos aos limites que nosso papel impõe: nós não somos mais que procuradores agindo e falando em nome do Senhor.
Para sermos, portanto, bons procuradores temos que conhecer profundamente Aquele a quem representamos. Nosso conhecimento não pode ser superficial, muito menos nosso contato com Ele pode ser mínimo. Temos que conhecê-Lo em profundidade e termos a mais concreta intimidade com Ele, a fim de que possamos, sempre, estarmos cientes do que é Sua vontade e obedientes aos Seus propósitos. Afinal, muito mais que nossos nomes, é o nome do Senhor que está em jogo. Se dizermos que somos de Cristo, é preciso que vivamos em relação suficiente com Ele para que sejamos bons procuradores.
Bons procuradores conhecem o suficiente seus representados para que não tenham dúvidas acerca de suas vontades nos casos em que se encontram atuando. De modo semelhante, se nos pusermos na presença de Jesus como bons procuradores, não restarão muitas dúvidas acerca da melhor forma de representá-Lo em nossas palavras e ações.
No trecho da carta de Colossenses em questão, Paulo parece apontar o que é necessário viver para representarmos bem Aquele que nos amou e nos escolheu para Ele: Portanto, vistam-se de misericórdia, de bondade, de humildade, de delicadeza e de paciência. Não fiquem irritados uns com os outros e perdoem uns aos outros, caso alguém tenha alguma queixa contra outra pessoa. Assim, como o Senhor perdoou vocês, perdoem uns aos outros. E, acima de tudo, tenham amor, pois o amor une perfeitamente todas as coisas. E que a paz que Cristo dá dirija vocês nas suas decisões, pois foi para essa paz que Deus os chamou a fim de formarem um só corpo. E sejam agradecidos. Que a mensagem de Cristo, com toda a sua riqueza, viva no coração de vocês! Ensinem e instruam uns aos outros com toda a sabedoria. Cantem salmos, hinos e canções espirituais; louvem a Deus, com gratidão no coração (Cl. 3. 12 – 16).
Bons procuradores, também, possuem um bom canal de comunicação com seus representados. Sua comunicação é livre de todo obstáculo, de qualquer empecilho. No momento em que se faz necessário, é possível haver diálogo. No caso de nossa relação com Cristo principalmente, é preciso que, como Seus procuradores, tenhamos a disposição de consultá-Lo sempre e em qualquer situação, uma vez que estamos aqui para agir em Seu nome. Nosso canal de comunicação com Ele, por isso, precisa estar desimpedido a fim de que sempre possamos consultar a Sua vontade, que é boa, agradável e perfeita.
Enfim, como procuradores, devemos tentar agir da melhor maneira possível, de modo a que se manifeste em nós aquilo que Jesus revela de Si. A fim de que Seu poder transpareça. A fim de que Sua glória se manifeste. A fim de que seja Seu nome exaltado por nossas vidas e atuemos, dignamente, como Seus legítimos representantes na terra. E tudo o que vocês fizerem ou disserem, façam em nome do Senhor Jesus e por meio dele agradeçam a Deus, o Pai.
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